Flávio Dino diz que Bolsonaro vive de política e nunca deu contribuição efetiva para Brasil

Em live realizada nas redes sociais sobre as eleições presidenciais, Flávio Dino (PCdoB) fez uma comparação entre os candidatos Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL). Há 12 anos na política, o governador do Maranhão conheceu o trabalho do petista a frente do Ministério da Educação e foi deputado federal junto com o capitão reformado do Exército.

“São duas pessoas muito diferentes. O Haddad é professor. Acredita na educação. Bolsonaro é político há muitos anos. Vive da política. Ele e a família dele, exclusivamente, há 30 anos”, comparou Dino.

Colega de parlamento de Bolsonaro, o governador do Maranhão afirmou que, em todos esses anos, o candidato a presidência nunca deu qualquer contribuição relevante para o Brasil. “Eu fui relator de projetos na área de segurança pública. Ele nunca participou de nada”, disse.

Flávio Dino citou leis que estão valendo até hoje de combate a organizações criminosas, do tribunal do júri, e outras importantes para combater a criminalidade. “Ele nunca participou de nada disso. Sempre foi um deputado omisso, ausente”, reforçou.

Segundo Dino, Bolsonaro ia de vez em quando na tribuna, falava coisas que ele costuma falar há décadas, “normalmente palavras de violência, ódio e preconceito. E ninguém dava atenção para aquilo. Porque não era uma contribuição efetiva para o Brasil ter boas leis”.

Já Haddad, na visão do governador, deu sua contribuição efetiva quando foi ministro e prefeito da cidade de São Paulo, com programas como Prouni, “que hoje milhões de estudantes já passaram por esses programas todos”, Fies, Reuni, “com ampliação de vagas em universidades federais”, além da criação de Institutos Federais, inclusive no Maranhão.

“Pessoas diferentes na capacidade de diálogo. Um bom líder sabe ouvir. O Haddad é uma pessoa ponderada, moderada. Enquanto o outro candidato vocês estão vendo. É uma pessoa que fala as coisas sem pensar e que depois fica se desculpando dizendo que não era bem aquilo. É uma pessoa imprudente. Você entregaria os destinos do nosso país, o destino da sua família, para uma pessoa que fala as coisas sem refletir, sem pensar?”, questionou Flávio Dino.

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