Gasolina mais barata nas refinarias a partir desta quinta-feira

O preço da gasolina vai ficar mais barato nas refinarias 0,48%, nesta quinta-feira (08), afirmou hoje a Petrobras. Significa que o valor médio do combustível cairá de R$ 1,7165 para R$ 1,7082 por litro. Este é o menor valor desde 14 de abril deste ano que foi de R$ 1,7072.

A Petrobras informou que este será a terceira redução na semana. Na véspera, a estatal já tinha anunciado uma redução de 0,74%, e na segunda-feira tinha diminuído o preço da gasolina em 6,35%, no maior corte já feito pela estatal desde o anúncio de uma política de reajustes até diários do combustível.

O preço médio do diesel, por sua vez, segue em R$ 2,1228, sustentado pelo programa de subsídios, lançado pelo governo em junho em resposta à histórica greve de caminhoneiros contra o alto preço do combustível.

Sebrae lança Semana Global do Empreendedorismo em Brasília com programação em todo país e 80 eventos no Maranhão

A Semana Global do Empreendedorismo 2018 foi lançada nesta segunda-feira (05), em Brasília. O evento é a maior celebração mundial voltada para esta temática. Neste ano, tem como mensagem principal “Empreendedorismo Jovem: A Hora é Agora”. Serão mais de 5 mil eventos cadastrandos para meio de milhão de vagas, tendo como o Sebrae a instituição responsável  pela Semana, que este ano será ampliada.

O evento terá programação durante todo o mês de novembro, voltado para as ações de difusão da cultura empreendedora.

No Maranhão, por exemplo, serão 80 eventos em todas as 11 regionais e três núcleos de Atendimento Empresarial no estado.

A programação, no Maranhão, conta com o lançamento do Programa Líder Região dos Lençóis-Munim, dia 06; A Virada Empreendedora terá a participação de empresas Júnior, no dia 7; No dia 8, será realizada a solenidade do Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor; E no dia 9, a Formatura de 20 jovens que participaram do Curso Orientando Pessoas com Síndrome de Down para Atender Bem.

No lançamento, em Brasília, a solenidade de abertura teve como moderador, o comediante Bruno Romano. Durante coletiva de imprensa, a diretora técnica do Sebrae Naciona, Heloisa Menezes, apresentou um levantamento sobre o perfil do jovem empreendedor que mostra brasileiros, cada vez mais cedo, estão investindo no próprio negócio. A pesquisa é inédita.

PESQUISA JOVEM EMPREENDEDOR

O interesse pelo empreendedorismo tem se manifestado cada vez mais cedo nos brasileiros, nos últimos anos; e a realização pessoal tem sido a maior motivação para a abertura de um negócio entre os jovens empreendedores. Essas tendências entre os jovens donos de micro e pequenas empresas no Brasil, foram identificadas em uma pesquisa inédita realizada pelo Sebrae.

O levantamento feito pelo Sebrae com 2.132 empreendedo- res, de todas as idades, de todo o país buscou traçar, pela primeira vez, o perfil do jovem empreendedor brasileiro. O resultado da pesquisa mostra que a ideia de se tornar um empreendedor já está presente bem cedo, tanto que 1 em cada 3 empresários (32%) já tinha algum tipo de pensamento nesse sentido antes de completar 18 anos. Quando considerado apenas o grupo de empresários com até 24 anos, 80% já haviam cogitado se tornar um empreendedor antes dos 18 anos.

Outro dado importante é que quanto maior o porte da empresa, maior a proporção dos empresários que cogitaram iniciar o negócio mais cedo. No grupo das Empresas de Pequeno Porte (EPP), 42% dos empresários cogitaram empreender antes dos 18 anos (este resultado foi 51% maior que entre os MEI, onde apenas 28% cogitaram empreender antes dos 18 anos). Importante também desta- car que, sob diferentes aspectos, esse despertar para o empreendedorismo é ainda maior para aqueles empreendedores mais escolarizados.

Ainda de acordo com a pesquisa, os empresários mais jovens são os que mais realizaram algum curso de empreendedorismo antes de abrirem o negócio e, do mesmo modo, eles são os que fizeram mais cursos após iniciar sua vida empreendedora. 33% dos empresários até 24 anos fizeram alguma capacitação antes de empreender. Entre os donos de pequenos negócios com idade entre 25 e 34 anos, 32% se capacitaram antes de abrir a empresa. Já para aqueles com mais de 35 anos, 24% buscaram qualifi- cação prévia.

Outro dado importante revelado pelo levantamento do Sebrae é que os jovens empresários tendem a ser mais inovadores. Para 16% dos donos de negócios com até 24 anos as tecnologias, recursos e ferramentas disponibilizadas pelas suas empresas surgiram a menos de 1 ano. Esse percentual é bem maior que o verificado nos empresários com idade de 25 a 34 anos (9%), bem como dos empreen- dedores com mais de 35 anos (8%).

Quando considerados os empresários de todas as faixas etárias, 18% tiveram outro negócio antes do atual. E dentro deste grupo que já teve outro negócio antes, praticamente 4 em cada 5 empresários (79%), tem um negócio atual em segmento de atividade diferente do negócio anterior. Os empresários jovens com até 24 anos que tiveram experiência anterior como empreendedor variaram mais (83% tiveram negócio em segmento diferente do atual).

Nordestinos são maioria em desistência de procura de emprego, 6 em cada 10 desalentados são do Nordeste

O número de pessoas que desistiu de procurar emprego é expressivamente maior, no Nordeste, do que o observado em outras regiões do país, é o que mostra levantamento do Ipea divulgado nesta quinta-feira (20).

De acordo com a pesquisa, seis em cada dez brasileiros desalentados (que desistiram de procurar emprego) são do Nordeste. O Sudeste tem 21,4% dos desalentados do país, seguido pela região Norte (10,9%).

O que se percebe é o surgimento dos subempregos ou empregos informais. Em São Luís, várias atividades aumentaram como os vendedores ambulantes, principalmente os pesquemos comerciantes de comida de rua. Pontos de vendas eclodiram na cidade, como nas portas de faculdades e unidades de educação, ou próximo a grandes centros comerciais.

Muitas pessoas acabam buscando a regularidade de suas empresas e engordam os números de microempreendedores. Atualmente, há mais de 83 mil Microempreendedores Individuais (MEI) ativos no Maranhão.

A população desalentada é definida como aquela que está fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não consegue trabalho adequado, ou não tem experiência ou qualificação, ou é considerado muito jovem ou idosa, ou porque não há trabalho na região – e que, se tivesse oferta de trabalho, estaria disponível para assumir a vaga.

Os dados do estudo do Ipea se referem ao segundo trimestre deste ano e foram compilados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). Entre abril e junho, a quantidade de desalentados no país era de 4,8 milhões.

No recorte por nível de escolaridade, o desalento é maior entre aqueles com ensino fundamental incompleto. Essa parcela da população responde por 50% dos desalentados do país. Em seguida aparecem os trabalhadores com ensino médio completo (22,8%). 

Mantida bandeira vermelha, Aneel descarta revisão de bandeira tarifária em conta de luz

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, descartou nesta quarta-feira  (18) a possibilidade de revisão no valor das bandeiras tarifárias.

Com variação entre verde, amarela e vermelha (em dois patamares) as bandeiras geram custos adicionais à conta de luz que vão de R$ 1 a R$ 5.

Há quatro meses, está sendo cobrada a bandeira vermelha no segundo patamar, o que gera cobrança extra de R$ 5 a cada 100 kilowatts-hora consumidos.

“De forma alguma”, disse Pepitone ao responder questionamentos de jornalistas. De acordo com o diretor, não há, no momento, necessidade de mexer no valor das bandeiras.

Venda de materiais de construção no Brasil cresce 0,5% em agosto, diz Abramat

O faturamento deflacionado da indústria brasileira de materiais de construção em agosto subiu 0,5% ante igual mês do ano passado e 1,2% sobre julho, informou nesta quarta-feira (12) a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).

O resultado foi impulsionado principalmente pelas vendas de materiais de base, que cresceram 2,1% sobre agosto de 2017, enquanto as de itens de acabamento caíram 1,6% na mesma comparação, mostrou o levantamento.

No acumulado do ano até agosto, o setor faturou 1,2% a mais que nos oito primeiros meses de 2017, apurou a Abramat. Em 12 meses, o crescimento é de 1,9%, segundo a associação.

Com informações do G1

Número de inadimplentes cresce e atinge maior patamar histórico

O número de consumidores inadimplentes no país chegou a 61,8 milhões em junho, segundo levantamento da Serasa Experian. Trata-se do maior patamar da série da pesquisa, iniciada em 2016.

Na comparação com junho de 2017, quando foram contabilizados 60,6 milhões de inadimplentes, o índice teve aumento de 1,98%.

O montante alcançado pelas dívidas em junho deste ano foi de R$ 273,4 bilhões, com média de quatro dívidas por CPF, totalizando R$ 4.426 por pessoa.

Segundo a Serasa, o enfraquecimento do ritmo de crescimento econômico contribui para manter em patamares elevados as taxas de desemprego no país e, consequentemente, os níveis recordes de dívidas atrasadas.

No Brasil, 40,3% da população adulta está inadimplente, segundo o levantamento. Alguns estados do Norte como Roraima, Amapá e Amazonas apresentam uma taxa de inadimplência acima de 50% da população adulta enquanto que as pessoas que moram no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraíba estão abaixo dos 35%.

Arroz deve ficar 50% mais caro até o final do ano, apontam especialistas

O preço do arroz pode aumentar até 50% até o final do ano, prevê o consultor de mercado agrícola Vlamir Brandalizze. Segundo o especialista, o aumento se deve à queda na safra do produto, que vinha de cinco anos de queda de cotação, à elevação das exportações e ao encarecimento do frete em função do tabelamento de preços.

“Estamos com escassez e vamos passar o ano, provavelmente, com um dos estoques mais baixos dos últimos 20 anos. Há uma recuperação das cotações, e o consumidor vai sentir porque o arroz vinha com preços baixos nos últimos cinco anos”, disse Brandalizze em entrevista ao programa “90 Minutos” da Rádio Bandeirantes.

A recomendação do especialista é que o consumidor aproveite promoções de arroz. “Mas também não é um produto para ser estocado por alguns meses, no máximo 40 e 60 dias. Não compensa levar grandes volumes para casa. O que ele pode fazer optar pelas promoções”, afirmou.

Brandalizze disse ainda que a expectativa é que o abastecimento seja normalizado só o ano que vem “se o produtor plantar um pouco mais”. Caso contrário, a tendência é de cotações em alta nos próximos anos.

O especialista avaliou ainda que é provável que o preço não retorne aos patamares anteriores. “Há cinco anos, o produtor de arroz […] recebia US$ 16 por saca e agora ela está na faixa de US$ 10 a US$ 11. Tem um espaço para crescer bem significativo nos próximos anos”, disse.

Com o mercado mundial do arroz em crescimento e dólar em alta, o produto importado também está mais caro. “O arroz importado chegaria hoje por R$ 50 por saca e o mercado gaúcho trabalha de R$ 41 e R$ 45. Com isso, tem um espaço para crescer na faixa de R$ 5 a R$ 10.”

METRO

Greve de caminhoneiros chega ao 4º dia e provoca desabastecimento de combustível e mercadorias

A greve de caminhoneiros no Brasil chegou ao 4º dia, nesta quinta-feira (24), e causa reflexos em todo país. 

No Maranhão os caminhoneiros tornaram a parar na BR-135, mas sem fechar completamente a rodovia, mesmo assim a manhã foi marcada pelo tráfego lento na estrada. 

Greve dos caminhoneiros provoca longas filas na BR-135

O abastecimento de frutas, verduras e legumes está prejudicado em pontos importantes de venda como a Ceasa. Nos postos, motoristas formam filas com medo de que o combustível falte, como já ocorre em alguns municípios do estado.

O protesto dos caminhoneiros é por conta dos constantes aumentos no valor dos combustíveis. Segundo a organização da greve, apenas caminhões de carga estão sendo parados, veículos pequenos estão seguindo viagem normalmente.

Em maio, já foram anunciados, pela Petrobras, 12 reajustes e apenas 4 reduções. Para tentar acabar com a greve, pelo 3º dia consecutivo, a empresa reduziu os preços do combustível. 

O preço do litro da gasolina caírá 0,72% a partir desta sexta-feira (25), passando de R$ 2,0306 para R$ 2,0160.

Já o preço do diesel ficará congelado durante 15 dias em R$ 2,1016, conforme anunciou a estatal na véspera

Dólar mantém alta e vai a R$ 3,69; casas de câmbio vendem moeda por R$ 4

O dólar continua em alta nesta terça-feira, acompanhando o cenário externo, onde cresciam os temores de que os juros nos Estados Unidos podem subir mais do que o esperado neste ano, o que afetaria o fluxo global de capitais.

Às 12h30, a moeda subia para 3,6722 reais. Na máxima do dia, o dólar foi cotado a 3,6922 reais.
O dólar turismo era vendido entre 3,77 reais e 3,91 reais nas casas de câmbio nesta terça-feira – valor que já inclui o IOF de 1,1%. No cartão pré-pago, o dólar era vendido por 4,03 reais – valor que já considera o IOF de 6,38%.
Nesta sessão, o dólar avançava para a máxima em cinco dias ante uma cesta de moedas, após dados robustos da economia norte-americana e que reforçam apostas de que o Federal Reserve, banco central do país, pode elevar os juros mais do que o esperado neste ano. Taxas elevadas têm potencial para atrair para a maior economia do mundo recursos aplicados em outras praças financeiras, como a brasileira.
As vendas no varejo dos EUA subiram 0,3% em abril, em linha com as projeções, mas os dados de março foram melhorados, mostrando expansão de 0,8%, sobre 0,6% antes.

Boa notícia! Energia sem taxas extra em março e nova medida pode deixar contas mais baratas

Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (23) que a bandeira tarifária seguirá na cor verde e, pontanto, não haverá cobrança extra nas contas de luz em março.

A bandeira verde está em vigor desde janeiro e indica melhora nas condições de geração de energia no país. Isso se deve à recuperação dos reservatórios das principais hidrelétricas do país devido ao aumento das chuvas nesse verão.

Nos últimos meses de 2017 houve cobrança da taxa da bandeira tarifária nas contas de luz. Em novembro, a bandeira ficou na cor vermelha patamar 2, a mais alta da escala criada pela agência para sinalizar o custo real da energia gerada. Na ocasião, a cobrança adicional para cada 100 kWh consumidos foi de R$ 5.

O dinheiro arrecadado pela bandeira tarifária serve para cobrir o custo adicional com uso das termelétricas, que produzem energia mais cara.

As termelétricas entram em ação quando é preciso poupar água do reservatório das hidrelétricas devido à falta de chuvas.

Tarifa binômia
A Aneel discute implantar no país um sistema que permitirá a consumidores que têm poucos eletrodomésticos, e por isso usam menos energia, pagar uma conta de luz mais barata.

Trata-se da chamada tarifa binômia. Já disponível para grandes indústrias, ela estabelece faixas de cobrança pelo serviço de distribuição – que é a construção e manutenção da rede que leva a energia até as casas e as empresas.

O custo do serviço de distribuição, a chamada “tarifa fio”, representa cerca de 30% do total pago nas contas de luz. Esses recursos servem para remunerar as distribuidoras pelo uso da rede.

Hoje, casas ou lojas que consomem muita energia pagam, pelo serviço de distribuição, o mesmo valor que outras que usam pouca. Com a tarifa binômia, a lógica é que os grandes consumidores passem a pagar mais pelo serviço porque exigem um maior investimento das distribuidoras para atender à sua demanda. E, quem usa menos energia, pagaria menos.