O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta terça-feira (12), uma Medida Provisória (MP) para acabar com a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50, apelidada de “taxa das blusinhas”.
A taxação havia sido criada por lei, sancionada pelo petista ainda em 2024.
No ato de assinatura oficial, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que foi possível zerar o imposto após três anos de combate ao contrabando e maior regularização do setor.
“O contrabando, que era uma marca presente nesse setor, foi eliminado. Agora, o setor regularizado vai poder usufruir dessa isenção sobre esses produtos”, afirmou.
Este é um dos maiores recuos tributários da atual gestão.
A decisão encerra um ciclo de quase três anos de disputas políticas, pressão do varejo nacional, lobby das gigantes asiáticas e desgaste popular para o Palácio do Planalto.
A trajetória da taxa virou um símbolo do embate entre indústria nacional, arrecadação do governo e o consumo popular na era do comércio eletrônico internacional.
O início da ofensiva contra importações baratas
Em 2023, ainda no primeiro ano do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, a Receita Federal passou a mirar o crescimento explosivo das importações de pequeno valor vindas principalmente da China.
O avanço das plataformas asiáticas havia transformado o consumo digital brasileiro. Roupas, eletrônicos e acessórios passaram a ser comprados diretamente do exterior, muitas vezes sem tributação efetiva.
Naquele momento, o Ministério da Fazenda, comandado por Fernando Haddad, argumentava que havia “concorrência desleal” contra o varejo brasileiro.
Empresas nacionais reclamavam que varejistas estrangeiras utilizavam brechas alfandegárias para subfaturar produtos e evitar impostos.



A maioria dos deputados do Maranhão votou contra um requerimento da oposição para a retirada de pauta da Medida Provisória 1303/25, que unifica em 18% a tributação sobre todas as aplicações financeiras a partir de 1º de janeiro de 2026 e aumenta a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de algumas instituições financeiras.

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, na sessão desta quinta-feira (03), a Medida Provisória nº 490/2025, de autoria do Poder Executivo, que reduz de 1,8% para 1% o valor da Contribuição Especial de Grãos (CEG). A redução é resultado do diálogo mantido pelo Governo do Estado com a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado do Maranhão (Aprosoja) e demais entidades representativas do setor produtivo. A matéria foi encaminhada à promulgação.
A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, na sessão plenária desta terça-feira (24), a Medida Provisória 489/2025, de autoria do Poder Executivo, que institui, no âmbito da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), o Programa de Pagamento e Parcelamento de Créditos Tributários relacionados ao ICMS e ao antigo ICM.
Durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) desta quarta-feira (11), os deputados estaduais aprovaram a Medida Provisória n.º 485/2025, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a criação da delegacia civil de proteção à criança e ao adolescente na cidade de Imperatriz. O texto segue para a sanção do Governo do Estado.