PF faz operação contra fraudes no INSS em SLZ, Barreirinhas e Tutóia

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (8/4), a Operação Recidiva, com o objetivo de reprimir crimes contra o sistema previdenciário.

A ação foi conduzida pela PF no estado do Maranhão, com a participação da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), do Ministério da Previdência Social (MPS) e da Coordenação-Geral de Apuração e Cobrança Administrativa de Benefícios (CGACB/INSS).

Foram cumpridos mandados judiciais de busca e apreensão e de prisão temporária nas cidades de São Luís, de Barreirinhas, de Tutóia e de Parnaíba (PI).

A investigação é desdobramento da Operação Transmissão Fraudulenta, deflagrada em 3/7, que apurou a atuação de um grupo criminoso composto responsável pela inserção de vínculos empregatícios inexistentes em sistema federal, com o objetivo de viabilizar a concessão fraudulenta de benefícios previdenciários.

Nesta fase, foram investigados intermediários responsáveis por cooptar vítimas, bem como suspeitos que atuariam para viabilizar a concessão dos benefícios.

De acordo com a investigação, o prejuízo decorrente da concessão de 50 benefícios já identificados é de, aproximadamente, R$ 4,6 milhões.

Ao todo, 32 policiais federais cumpriram 8 mandados de busca e apreensão e 6 de prisão temporária, expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Maranhão, com base em representação da PF. Também foram deferidas medidas cautelares de quebra dos sigilos bancário e fiscal, além do arresto de bens e do bloqueio de valores dos investigados.

Caso confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato majorado contra o INSS, de associação criminosa, de falsificação de documento público, de falsidade ideológica, de falsa identidade, de inserção de dados falsos em sistema de informações e de lavagem de capitais.

‘Sextorsão’: Polícia mira acusados de usar ‘nudes’ para extorquir


Na manhã desta terça-feira (7), a Polícia Civil do Maranhão deflagrou uma operação com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão contra endereços ligados a investigados por envolvimento no crime de extorsão qualificada, na modalidade conhecida como “golpe da sextorsão”. As ações ocorreram em imóveis localizados no bairro Vila Luizão, em São Luís, e na Vila J. Lima, em São José de Ribamar.

A sextorsão é uma prática criminosa em que os autores ameaçam divulgar fotos ou vídeos íntimos da vítima para familiares, amigos ou contatos profissionais, caso não seja efetuado o pagamento de determinada quantia em dinheiro.

A operação foi baseada em uma investigação conduzida pelo Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos (DCCT/SEIC), que identificou a exigência de R$ 20 mil por parte dos suspeitos para evitar a divulgação de imagens íntimas de uma vítima. Diante da recusa, o material foi disseminado em redes sociais e grupos de WhatsApp, atingindo pessoas próximas e contatos profissionais, o que causou grave abalo à honra, à dignidade e à vida privada da vítima.

Durante as diligências, os policiais constataram ainda que a principal suspeita possui antecedentes criminais pelo crime de roubo, o que reforça a gravidade do caso e a necessidade das medidas judiciais adotadas.

No cumprimento dos mandados, foram apreendidos dispositivos eletrônicos e outros materiais que podem ter sido utilizados na prática criminosa. Todo o material será submetido à análise para subsidiar o avanço das investigações.

O DCCT também orienta a população a ter cautela ao compartilhar imagens pessoais em ambientes virtuais e a procurar a polícia para registrar ocorrência em casos semelhantes.

Novamente operação da PF alcança o TJ do MA

Novamente uma operação da Polícia Federal alcança o Tribunal de Justiça do Maranhão. Nesta quarta-feira (01), a PF deflagrou a Operação Inauditus, com o cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Um dos alvos foi o gabinete do desembargador Luiz de França Belchior.

A operação da PF tem como objetivo instruir inquérito que apura possíveis crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, envolvendo decisões judiciais no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA).

As investigações revelaram um esquema de direcionamento de decisões, com celeridade seletiva, distribuição por prevenção e atuação conjunta de servidores, entre outros, com o objetivo de beneficiar parte em litígio, mediante vantagens indevidas. Também foram identificadas movimentações financeiras com indícios de triangulação e de ocultação da origem ilícita dos recursos.

Além das buscas, foram decretadas a prisão preventiva do principal operador do esquema; o afastamento de cinco servidores; a proibição de acesso ao TJMA e de contato entre os investigados; o monitoramento eletrônico de seis pessoas; e o sequestro e bloqueio de bens até o valor de R$ 50 milhões, de forma solidária entre os principais envolvidos.

As medidas alcançam gabinetes, escritórios de advocacia e pessoas jurídicas, cumpridas em São Luís, São José de Ribamar, Arari, Balsas, Bacabal e Guimarães (MA), Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Lagoa Seca (PB). As penas máximas somadas podem chegar a 42 anos de reclusão.

Veja abaixo a relação dos alvos da Operação Inauditus:

* Antônio Pacheco Guerreiro Júnior – desembargador (afastado)
* Luiz de França Belchior Silva – desembargador (afastado)
* Douglas Lima da Guia – juiz de direito
* Tonny Carvalho Araújo Luz – juiz de direito
* Lúcio Fernando Penha Ferreira – ex-assessor
* Sumaya Heluy Sancho Rios – ex-assessora
* Maria José Carvalho de Sousa Milhomem – assessora
* Eduardo Moura Sekeff Budaruiche – assessor
* Francisco Adalberto Moraes da Silva – ex-servidor do TJMA
* Karine Pereira Mouchrek Castro – ex-assessora
* Ulisses César Martins de Sousa – advogado
* Eduardo Aires Castro – advogado
* Antônio Edinaldo de Luz Lucena – empresário
* Lucena Infraestrutura Ltda – empresa investigada
* Manoel Nunes Ribeiro Filho – investigado
* Aline Feitosa Teixeira – investigada
* Jorge Ivan Falcão Costa – investigado

PF deflagra operação contra fraudes bancárias no MA e SP


A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (12/2), nas cidades de Imperatriz/MA e de Lins/SP, a Operação Laranja Eletrônica 4, resultante de investigações de fraudes bancárias cibernéticas.

Policiais federais deram cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Imperatriz. Um dos mandados foi cumprido no município maranhense e três na cidade de Lins, onde o grupo criminoso centralizava suas ações criminosas.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder pelo crime de subtração, para si ou para outrem, de coisa alheia móvel mediante fraude.

Ação mira 190 alvos, inclusive no MA, por fraudes de R$ 26 bi

Uma megaoperação deflagrada na manhã desta quinta-feira (27) cumpre mandados de busca e apreensão contra 190 suspeitos ligados ao Grupo Refit, apontado como maior devedor de ICMS de São Paulo e segundo maior do Rio de Janeiro. O objetivo é desarticular um esquema que teria causado prejuízo de R$ 26 bilhões aos cofres estaduais e federal.

A ação, batizada de Poço de Lobato, é liderada pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos do Estado de São Paulo (Cira-SP) e mobiliza 621 agentes públicos. Participam promotores, auditores fiscais da Receita Federal e das secretarias da Fazenda paulista e municipal, além de policiais civis e militares.

Os mandados são cumpridos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Maranhão e Distrito Federal. Os alvos são pessoas físicas e jurídicas ligadas ao Grupo Refit, dono da antiga refinaria de Manguinhos. Eles são suspeitos de integrar organização criminosa voltada a crimes contra a ordem econômica e tributária, além de lavagem de dinheiro.

De acordo com a investigação, o esquema operava por meio de uma rede de colaboradores, holdings, offshores, meios de pagamento e fundos de investimento. Os agentes identificaram o uso de fintechs e estruturas financeiras similares às encontradas na Operação Carbono Oculto, que revelou a infiltração do PCC na cadeia de combustíveis.

O Cira-SP obteve na Justiça o bloqueio de R$ 8,9 bilhões em bens de envolvidos. Paralelamente, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional conseguiu na Justiça Federal a indisponibilidade de mais R$ 1,2 bilhão.

O Grupo Refit já estava no radar dos órgãos de fiscalização. Em setembro, a ação conjunta da Receita Federal e da Agência Nacional do Petróleo, no âmbito da operação Carbono Oculto, interditou a empresa e apreendeu navios com combustível importado irregularmente da Rússia.

Operação contra PCC interdita postos de combustíveis no MA, PI e TO

A Polícia Civil do Piauí deflagrou, nesta quarta-feira (05), a Operação Carbono Oculto 86 mirando pessoas e empresas envolvidas em um esquema de lavagem de dinheiro, na casa de R$ 5 bilhões, do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Piauí, no Maranhão e em Tocantins.

De acordo com a polícia, cerca de 49 postos de combustíveis foram interditados, já que são suspeitos estarem sendo usados para ocultar patrimônio, fraudar o mercado e lavar dinheiro ilegal, tudo com ligação com o PCC. A Justiça determinou o bloqueiode R$ 348 milhões em bens de 10 pessoas e 60 empresas.

A maioria dos postos de combustíveis interditados estão no Piauí, sendo 16 somente em Teresina. Além da capital tivemos interdição em postos em cidades no interior do estado: Lagoa do Piauí, Demerval Lobão, Miguel Leão, Altos, Picos, Canto do Buriti, Dom Inocêncio, Uruçuí, Parnaíba e São João da Fronteira;

Os postos de combustíveis interditados no Maranhão estão em: Caxias, Alto Alegre e São Raimundo das Mangabeiras. Já em Tocantins apenas na cidade de São Miguel do Tocantins.

O Primeiro Comando da Capital (PCC) estava construindo uma distribuidora de combustível na rodovia que liga a capital Teresina ao município de Altos para abastecer outros estados.

PF deflagra nova operação em Imperatriz


A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (28/10), a Operação Laranja Eletrônica 3, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que atua em Imperatriz/MA no cometimento de fraudes bancárias cibernéticas que resultaram em um prejuízo superior a R$ 100 mil.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Imperatriz/MA.

A Polícia Federal prossegue com as investigações para esclarecer todos os fatos e identificar eventuais outros integrantes do esquema criminoso. Os investigados poderão responder pelo crime de furto mediante fraude.

Secretária de Caxias, alvo da PF, já foi condenada em MS

A secretária de Proteção Social de Caxias, Adriana Raquel Santos, alvo da Operação Segunda Dose, da Polícia Federal, já possui condenação na Justiça do Mato Grosso do Sul por usar diploma de médica com carimbo falsificado.

Adriana Raquel Santos, que é mãe do prefeito de Caxias, Gentil Neto, foi alvo da operação justamente por supostas irregularidades na área da saúde no exercício da medicina e ainda teve apreendidos uma caixa com medicamentos que seriam destinados ao Fundo Municipal de Saúde e R$ 467.050,00 (quatrocentos e sessenta e sete mil e cinquenta reais), sem que fosse apresentada comprovação lícita de origem.

No entanto, em setembro de 2023, Adriana foi condenada no MS a um ano de prisão por falsidade ideológica e uso de documento falso. Ela foi condenada pelo uso de diploma de médica com carimbo falsificado. O carimbo constava que ela tinha participado do exame de revalidação do diploma em Medicina, curso feito no Paraguai. A denúncia de falsificação do documento foi feita pelo Ministério Público Federal após a Universidade Federal do Rio Grande do Norte ter constatado nomes que não chegaram a passar no exame de revalidação de diploma de Medicina, o Revalida.

A pena foi transformada em serviços para a comunidade por uma hora diária durante um ano.

Agora, Adriana Raquel Santos vai ter quer novamente enfrentar a mesma situação, mas no Maranhão.

 

Operação realiza barreiras e cumpre mandados de prisão em divisas do MA com PI

Uma operação de combate a diversos crimes cumpre mandados de buscas e apreensão e de prisão nas divisas entre o Maranhão e Piauí desde as primeiras horas desta quinta-feira (7).

A operação ocorre em Timon, Caxias, Araioses, Tutóia, Barão de Grajaú e São João dos Patos. Policiais civis e militares estão em pontos de grande fluxo de veículos que saem de um Estado para outro. No Maranhão, o foco é o cumprimento de mais de 80 mandados judiciais.

Mais de 300 agentes de segurança, da PMMA, PC-MA e da Força Estadual (Feisp), participam da operação e atuam principalmente nas divisas. Dois helicópteros do Centro Tático Aéreo (CTA) estão sobrevoando Caxias e Timon nesta manhã.

Os alvos são investigados por crimes como tráfico de drogas, homicídios, feminicídios, organização criminosa e outros crimes violentos, além de suspeitos de roubos e furtos. Ao todo, a operação mobiliza mais de 5.900 policiais das forças de segurança pública do Nordeste, com ações simultâneas em oito Estados da região: Maranhão, Piauí, Pernambuco, Bahia, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe, onde os agentes dão cumprimento a 510 mandados de prisão e de busca e apreensão.

No Piauí, a operação priorizou territórios de pelo menos três municípios – Teresina, Parnaíba e Uruçuí – onde há maior incidência de crimes como homicídios, tráfico de drogas e armas, roubos e furtos de veículos e cargas.

Polícia Civil do MA deflagra Operação Sentinela

A Polícia Civil do Maranhão deflagrou, na manhã desta quinta-feira (24), uma nova operação na zona rural de São Luís para cumprir 34 mandados judiciais contra integrantes de uma organização criminosa com atuação na Vila Samara, Coqueiro e redondezas.

Os alvos da operação, de acordo com a polícia, são investigados por vários crimes, entre eles, tráfico de drogas e associação para o tráfico, além de roubo e outros crimes violentos como homicídio.

A Operação Sentinela, como foi batizada, é resultado de uma investigação que teve início com a prisão em flagrante de um casal de traficantes da região, oportunidade em que foram colhidos elementos que demonstraram como a organização criminosa operava.

De acordo com o delegado titular do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO) da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), Bruno Aguiar, que conduz a operação, os criminosos, além da proteção territorial, impunham medo na população, chegando até mesmo a expulsar moradores de suas residências para que eles se apropriassem dos imóveis.

Para manter as ações criminosas na região, os investigados davam plantões ininterruptos de monitoramento de toda a área, revezavam armas de fogo e rádio-comunicadores para acompanharem em tempo integral qualquer aproximação de policiais e rivais, isto é, operavam em vigilância permanente, por isso o nome Operação Sentinela.

Ao todo, cerca de 100 policiais civis participam da operação, que conta com o apoio da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc), da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC) e da Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI).

Policiais do Grupo de Pronto Emprego (GPE), agentes da Inteligência, da Força Estadual de Segurança Pública (Feisp), cães farejadores do Núcleo de Operações com Cães (NOC) da Senarc e do Centro Tático Aéreo (CTA) também participam da operação.

Pelas informações iniciais, já foram realizadas nove prisões até o momento, mas esse número pode subir.