Polícia Civil inicia interrogatório de testemunhas sobre assassinato de líder quilombola

A Polícia Civil iniciou, nesta segunda-feira (2), os interrogatórios de testemunhas, dando continuidade às investigações sobre o assassinato do líder quilombola Edvaldo Pereira Rocha. São realizadas ainda, novas diligências e análise de provas técnicas. O caso ocorreu na última sexta-feira, quando a liderança foi morta a tiros. Ele era presidente da Associação de Quilombolas do povoado Jacarezinho, no município de São João do Sóter.

As investigações são conduzidas pela Delegacia Regional de Caxias e têm acompanhamento das secretarias de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop) e de Igualdade Racial (Seir).

O titular da Regional de Caxias, delegado Alcides Neto, explicou que os trabalhos estão em curso e não pararam desde o dia do ocorrido. “Colhemos informações sobre o caso e que serão mais aprofundadas, após as oitivas das testemunhas. Também solicitamos exames periciais técnicos. O trabalho é intenso para que tenhamos, o quanto antes, a identificação dos envolvidos neste crime”, frisou.

Com os interrogatórios, a polícia pretende identificar envolvidos no caso e outras lideranças da comunidade que tenham recebido ameaças. A polícia analisa também estojos e projéteis de arma de fogo coletados no local e já repassados ao Instituto de Criminalística (ICRIM).

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-MA) mantém equipes em São João do Sóter para garantir agilidade nas investigações e o mais breve possível, identificar os suspeitos. Foi reforçado ainda o policiamento à comunidade da região, para prevenir novos ataques.

Operação policial cumpre 19 mandados contra organização criminosa

Uma operação da Polícia Civil, realizada nesta quarta-feira (20), cumpriu 19 mandados de busca e apreensão, além de prisão preventiva, na cidade de Paço do Lumiar, Região Metropolitana de São Luís. O foco é a prisão de suspeitos de participar de organização criminosa na localidade.

Segundo o superintendente da Polícia Civil da Capital (SPCC), delegado Carlos Alessandro Rodrigues, os presos são suspeitos de envolvimento em crimes como tráfico de drogas e homicídios. “Estes suspeitos atuavam em Paço do Lumiar, sendo que, além do crime de organização criminosa, também há índicios de cometimento de tráfico de drogas e homicídios na região”, frisou.

A investigação teve início há dois anos e, até o momento, 11 pessoas já foram presas, sendo que quatro estavam no sistema penitenciário de Pedrinhas, mas continuavam determinando ordens de fora do presídio. As investigações vão prosseguir para dar cumprimento a outros novos mandados de prisão contra membros que possam atuar nesta organização criminosa.

Empresários maranhenses são investigados por organização criminosa

A Polícia Civil investiga empresários da cidade de Imperatriz, na região tocantina. O grupo é apontado por suspeita de envolvimento em crimes de comércio ilegal de arma de fogo, lavagem de dinheiro e organização criminosa, nesta quarta-feira (9).

A operação cumpriu 20 mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados, para coletar provas. As investigações começaram após denúncias anônimas informarem que uma elevada quantidade de munições era revendida por empresas de propriedade dos investigados.

Além disso, o nome fantasia das empresas e os endereços delas estavam em constantes mudança. A polícia apurou, ainda, que havia transporte de munições de forma ilegal para outros Estados, utilizando pessoas como “laranjas”, entre outros crimes constatados ao longo das investigações.

O trabalho é executado pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), sob a coordenação do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO). A operação conta com o apoio do Grupo de Atuação Especial no Combate às Organizações Criminosas do Ministério Público do Maranhão em Imperatriz (Gaeco/Imperatriz) e do 1º Departamento de Combate a Corrupção (Deccor Imperatriz).

 

Operação: Polícia Civil prende mais de 70 pessoas suspeitas de crimes violentos

Em 10 dias, 79 pessoas foram presas no Maranhão suspeitas de crimes como tentativas de homicídio, feminicídio e latrocínios, praticados em São Luís e no interior do Estado. As prisões foram feitas durante a operação ‘Duzentos e Dezessete’, realizada pela Polícia Civil do Maranhão entre os dias 15 e 24 de fevereiro.

A ação policial teve como objetivo o combate aos Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLI), por meio da conclusão de investigações que resultassem no cumprimento de medidas cautelares.

Durante a operação ‘Duzentos e Dezessete’, além das 79 pessoas presas, a polícia cumpriu 29 mandados de busca e apreensão. No total, três veículos, 17 armas de fogo e 32 munições de vários calibres foram apreendidas.

A operação foi realizada por equipes das seis superintendências da Polícia Civil do Maranhão e do Centro de Inteligência da Polícia Civil (CIPC).

Cigarro avaliado em R$ 1 milhão é apreendido pela polícia

Uma carga contrabandeada de cigarros, avaliada em R$ 1 milhão, foi apreendida pela Polícia Civil, em operação nesta sexta-feira (11). As caixas foram apreendidas em Turiaçu, cidade localizada a 245 km de São Luís.

A carga foi descoberta após uma denúncia anônima que a carga seria transportada de barco saindo de um porto em Turiaçu e ficaram na espera para prender os suspeitos.

Na madrugada dessa sexta-feira, foram os policiais seguiram para o ponto de embarque do porto e avistaram a carga de cigarros abandonada em dois caminhões. Os criminosos fugiram do local.

Governador Flávio Dino convoca 341 aprovados em concurso da Segurança Pública

O governador Flávio Dino anunciou, em suas redes sociais, a convocação de aprovados em concurso público para preenchimento de vagas na Segurança Pública, realizado pelo Governo do Estado.

No total, foram chamados 341 policiais, que vão integrar os quadros da Polícia Civil e Militar, reforçando as ações de combate ao crime no Maranhão.

Foram convocados 300 integrantes do cadastro de reserva, relativo ao concurso da Polícia Militar; e mais 41 aprovados para a Polícia Civil – 10 delegados, 30 investigadores e 1 escrivão.

A distribuição deste novo efetivo se dará de acordo com as prioridades dos municípios.