Flávio Dino reforça compromisso com PCdoB mesmo fora da legenda

O governador Flávio Dino (PSB) mostrou compromisso é respeito ao PCdoB mesmo depois de ter deixado a legenda. A reunião realizada com a participação de prefeitos e prefeitas de cidades maranhenses administradas pelo PCdoB reforçou a parceria sempre presente.

O objetivo do encontro foi ouvir as demandas municipais e reafirmar a parceria com as prefeituras, para a execução de novas ações e investimentos estaduais nos municípios.

Estiveram presentes no encontro os prefeitos dos municípios de Anapurus, Barreirinhas, Benedito Leite, Buriti Bravo, Junco do Maranhão, Nova Colinas, Olha d’Água das Cunhãs, Paço do Lumiar, Pedro do Rosário, Perimirim, Presidente Sarney, Santo Amaro, São Félix de Balsas, Vargem Grande, Governador Edison Lobão, São Francisco do Maranhão e São João do Paraíso.

Estiveram presentes também o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto, os deputados Adelmo Soares, Ana do Gás e os secretários Rubens Jr., Clayton Noleto e Joslene Rodrigues.

 

Flávio Dino e a agenda municipalista

O governador Flávio Dino (PSB) tem recebido dezenas de prefeitos nos últimos dias em eventos e reuniões no Palácio dos Leões. Em três dias de agenda, foram recebidos cerca de 26 prefeitos de cidades do Maranhão. Só nas últimas 12 horas foram 19 gestores.

Nesta quarta-feira (7), dois eventos garantiram a presença de prefeitos de várias regiões do Maranhão. Durante a entrega de maquinários agrícolas, 12 prefeitos estiveram presentes: Márcio Santiago prefeito de Santana do Maranhão; Aldo Brown de Porto Rico; Jorge Vieira prefeito de Vila Nova dos Martírios; Tio Gal de Mracacumé; Arnóbio Martins Jenipapo dos Vieiras; Flávio Amorim Araguanã; Roberto do Posto Newton Belo; Kedson Lima Aldeias Altas; Toca Serra Pedro do Rosário; Maria Deusa Maranhãozinho; e Eudes Barros de Raposa.

Pela tarde outro evento levou ao Palácio dos Leões mais cinco prefeitos municipais das cidades de: Nunes Freira, Itapecuru Mirim, Timon, Campestre e São Mateus.

Uma demonstração de um governo municipalista cada vez mais presente.

Prefeitos de todo país pedem saída do ministro Pazuello

A Confederação Nacional de Municípios, entidade que lidera o movimento municipalista no país, está solicitando a troca de comando do Ministério da Saúde. Em nota publicada nesta terça-feira, 16, a CNM atribui a incompetência na condução da pasta o sofrimento da população brasileiras nas filas em busca da vacina contra a covid-19.

O ministro Eduardo Pazuello é alvo de inquérito que investiga responsabilidades da autoridade sanitária do país na crise de oxigênio em Manaus (AM) que resultou em mortes de centenas de pessoas.

Em algumas cidades do país, a falta de vacina provoca a campanha de imunização ainda do primeiro grupo prioritário. O ritmo de vacinação tem contribuído para aumentar ainda mais o número de infectados pela nova variante do coronavírus. A falta de informações por parte do Ministério da Saúde aos prefeitos e prefeitos vem gerando crise entre gestores e a população.

Na manifestação, a CNM cita a descrença irresponsável do Ministério da Saúde, como órgão de estado, na vacinação da população brasileira.

Nota da CNM

O movimento municipalista, por meio da Confederação Nacional de Municípios (CNM), vem a público, em nome dos gestores locais que assistem e vivem desesperadamente a angústia e o sofrimento da população que corre aos postos de saúde na busca de vacinas contra a Covid-19, manifestar sua indignação com a condução da crise sanitária pelo Ministério da Saúde e solicitar a troca de comando da pasta. A entidade tem acolhido relatos de prefeitas e prefeitos de várias partes de país, indicando a suspensão da vacinação dos grupos prioritários a partir desta semana, em consequência da interrupção da reposição das doses e da falta de previsão de novas remessas pelo Ministério.

Foram várias as tentativas de diálogo com a atual gestão do Ministério, entre pedidos de agenda e de informação. A pasta tem reiteradamente ignorado os prefeitos do Brasil, com uma total inexistência de diálogo. Seu comando não acreditou na vacinação como saída para a crise e não realizou o planejamento necessário para a aquisição de vacinas. Todas as iniciativas adotadas até aqui foram realizadas apenas como reação à pressão política e social, sem qualquer cronograma de distribuição para Estados e Municípios. Com uma postura passiva, a atual gestão não atende à expectativa da Federação brasileira, a qual deveria ter liderado, frustrando assim a população do País.

Por considerar que a vacinação é o único caminho para superar a crise sanitária e possibilitar a retomada do desenvolvimento econômico e social e por não acreditar que a atual gestão reúna as condições para conduzir este processo, o movimento municipalista entende necessária, urgente e inevitável a troca de comando da pasta para o bem dos brasileiros.