Greve de ônibus pode ser retomada em São Luís se salários não forem pagos, alerta sindicato

O presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão (STTREMA), Marcelo Brito, afirmou que a greve de ônibus no sistema urbano de São Luís pode ser retomada a partir desta quarta-feira (11), caso os salários atrasados dos trabalhadores não sejam pagos pelas empresas de transporte.

Em vídeo divulgado nesta terça-feira (10), Marcelo Brito informou que, até o momento, o sindicato não recebeu nenhum documento oficial ou comprovação de pagamento dos salários da categoria.

“Até agora, nesse exato momento, não recebemos documentação nenhuma, nem ofício nenhum que comprove o pagamento dos funcionários da categoria. Não tem dinheiro na conta dos trabalhadores”, afirmou.

Sindicato cobra cumprimento da Convenção Coletiva

Segundo o presidente do STTREMA, a categoria havia estabelecido como prazo final esta terça-feira (10) para a quitação dos salários, conforme compromisso assumido durante negociações mediadas pelo Ministério Público do Maranhão.

Marcelo Brito reforçou que o não pagamento caracteriza descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho, especialmente das cláusulas econômicas.

“Foi dito claramente que, se não pagasse hoje, a categoria ia parar amanhã. Então, toda a categoria vai estar de alerta”, declarou.

Impasse entre empresas e poder público

Durante o pronunciamento, Marcelo Brito também citou o impasse envolvendo o subsídio do transporte público, destacando que a discussão entre empresas e poder público já se arrasta há meses.

“Esse problema do subsídio já era para ter sido resolvido há muito tempo. Nossa proposta está na mesa de negociação há cerca de três meses”, afirmou.

Até o momento, as empresas de ônibus não apresentaram comprovação oficial de pagamento dos salários. Caso o impasse persista, a greve de ônibus poderá ser retomada, afetando novamente o transporte urbano de São Luís.

Após fim de greve, ônibus urbanos continuam parados


O usuário do transporte público de São Luís, pelo oitavo dia, continua sem ter o direito de utilizar os ônibus urbanos, que seguem sem rodar.

Apesar do fim da greve, estabelecida após decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região, através do desembargador Gerson de Oliveira, os ônibus seguem nas garagens das empresas. No entanto, a maioria dos ônibus semiurbanos estão circulando normalmente.

A seletividade na escolha dos ônibus que estão rodando, visivelmente parece uma resposta para a Prefeitura de São Luís que não apresentou nenhuma proposta durante as audiências no TRT, afinal o reajuste concedido pela Justiça do Trabalho foi o mesmo para os rodoviários que trabalham no urbano e semiurbano. Sendo assim, todos os ônibus deveriam estar rodando ou todos parados, escolher os que estão rodando vai reforçar o discurso de alguns, que têm dito que a “greve é política”.

Pior, mais uma vez, para o usuário do transporte público de São Luís que além de seguir prejudicado, se sente enganado, afinal depois do anúncio do fim da greve, se preparou para uma sexta-feira com a normalização dos ônibus, o que infelizmente não ocorreu.

Resta saber agora qual o posicionamento da Justiça do Trabalho, através do desembargador Gérson de Oliveira, que fatalmente não deve acatar essa situação, afinal existe uma decisão judicial que deve ser cumprida e o não cumprimento pode levar até a uma desmoralização do TRT.

Greve dos rodoviários chega ao 4º dia, mesmo após ordem judicial para manter 80% da frota

A greve dos rodoviários de São Luís e da Região Metropolitana chegou ao quarto dia nesta segunda-feira (2) sem circulação de ônibus, apesar de uma liminar do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) determinar a operação de 80% da frota. A paralisação afeta cerca de 700 mil usuários do transporte público.

A categoria reivindica reajuste salarial de 12%, contraproposta apresentada na última rodada de negociação, tíquete-alimentação no valor de R$ 1.500 e a inclusão de mais um dependente no plano de saúde.

Multa e medidas judiciais

Com o descumprimento da decisão judicial, o TRT fixou multa diária de R$ 70 mil ao Sindicato dos Rodoviários. A liminar também prevê que, a cada 48 horas de descumprimento, haverá bloqueio de recursos da entidade por meio do sistema BacenJud.

Na sexta-feira (30), foi realizada uma audiência de mediação entre o Sindicato dos Rodoviários do Maranhão e o Sindicato das Empresas de Transporte (SET), mas não houve acordo. Uma nova rodada de negociações está marcada para esta terça-feira (3), às 9h.

Impactos na rotina da população

Na manhã desta segunda-feira (2), passageiros enfrentaram longas filas e tempo de espera elevado para embarcar em vans e ônibus alternativos em avenidas movimentadas da capital, como a principal da Cidade Operária e o Anel Viário.

Escolas públicas e privadas, além de universidades, suspenderam as aulas devido às dificuldades de deslocamento de alunos e servidores. A paralisação também provocou aumento na procura por carros de aplicativo, com usuários relatando alta nos preços das corridas.

Histórico de paralisações

Segundo o Sindicato dos Rodoviários, ao menos sete paralisações gerais foram registradas nos últimos anos. Na semana passada, a empresa Expresso Rei de França (antiga 1001) já havia suspendido os serviços por atraso no pagamento dos salários.

Pontos principais da greve dos rodoviários do Maranhão

  • Audiência de mediação terminou sem acordo.
  • Greve geral dos rodoviários segue mantida em São Luís.
  • TRT-MA determinou retorno imediato de 80% da frota de ônibus.
  • Paralisação afeta cerca de 700 mil passageiros.
  • Nova audiência marcada para terça-feira (4), às 9h.

O que pedem os rodoviários

A categoria reivindica reajuste salarial de 15%, tíquete-alimentação no valor de R$ 1.500 e a inclusão de mais um dependente no plano de saúde.

Segundo o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Marcelo Brito, durante a audiência foi apresentada uma contraproposta de reajuste de 12%. De acordo com o presidente, os empresários se comprometeram a discutir a viabilidade do percentual sugerido.

A greve afeta linhas urbanas e semiurbanas e deve continuar até que uma nova proposta seja apresentada. Não há previsão de retorno do serviço.

O que diz a Prefeitura Municipal

A Prefeitura Municipal de São Luís se manifestou por meio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) onde afirmou que o pagamento do subsídio ao sistema de transporte público encontra-se em dia e foram liberados vouchers para corridas por aplicativo aos usuários do transporte público, enquanto perdurar a greve e que serão pagos respeitando a decisão do STF.

Leia a nota na íntegra:

“A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) informa que o compromisso do Município de São Luís com o pagamento do subsídio ao sistema de transporte público encontra-se em dia. Informa, ainda, que desde a manhã de ontem foram liberados vouchers para corridas por aplicativo aos usuários do transporte público, enquanto perdurar a greve e que serão pagos respeitando a decisão do STF.

Por fim, a SMTT espera que empresários e rodoviários cheguem a um entendimento o mais breve possível, a fim de restabelecer a regularidade do serviço de transporte público oferecido à população.”

O que diz a MOB

A Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB) informou por meio de nota que  o subsídio estadual está sendo pago regularmente, dentro dos prazos estabelecidos. E que, as questões trabalhistas são de responsabilidade das empresas operadoras.

Leia a nota na íntegra:

“A Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB) informa que o subsídio estadual está sendo pago regularmente, dentro dos prazos estabelecidos. Esclarece que as questões trabalhistas são de responsabilidade das empresas operadoras, conforme previsto nos contratos de concessão.

No mais, a MOB segue em diálogo com os sindicatos e adota, dentro de suas competências legais, as medidas cabíveis para contribuir com a retomada do serviço o quanto antes.”

Rodoviários recusam reajuste de 2% e deflagram greve em São Luís


Os rodoviários da Região Metropolitana de São Luís deflagraram greve geral nas primeiras horas desta sexta-feira (30). A mobilização resultou no fechamento das garagens das empresas de transporte, impedindo a saída dos ônibus e interrompendo o serviço de transporte coletivo na capital e nos municípios vizinhos desde o início da jornada de trabalho.

O movimento foi motivado pela rejeição da proposta de reajuste salarial de 2% oferecida pelo sindicato patronal. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Maranhão (Sttrema), o percentual foi considerado insuficiente diante das demandas da categoria, que busca melhor valorização diante das condições atuais do setor.

Segundo o sindicato, os rodoviários reivindicam reajuste salarial de 15%, tíquete-alimentação no valor de R$ 1.500 e a inclusão de mais um dependente no plano de saúde.

A liderança sindical afirma que a greve será mantida por tempo indeterminado até que haja uma contraproposta satisfatória por parte dos empresários. Enquanto não ocorre avanço nas negociações, a circulação dos veículos permanece suspensa, gerando impactos significativos na rotina de milhares de passageiros que dependem do sistema público de transporte.

Após desconto irregular de subsídio, Braide anuncia rompimento de contrato com a 1001


O prefeito Eduardo Braide anunciou, nesta sexta-feira (26), a decisão de romper o contrato com a empresa de transporte 1001, após a paralisação dos serviços na véspera do Natal. A greve deixou diversos bairros de São Luís sem ônibus. Trabalhadores rodoviários reclamam o pagamento de salários e do 13º.

Segundo o gestor, o rompimento ocorre em razão do descumprimento de cláusulas contratuais. Diante da situação, Braide determinou a abertura imediata de um processo de caducidade — que prevê a rescisão formal do contrato — além da adoção dos procedimentos necessários para a contratação de uma nova empresa que assuma a operação do transporte coletivo nas áreas antes atendidas pela 1001.

De outro lado, é a empresa quem alega descumprimento contratual por parte do Município. Segundo os empresários, a gestão Braide promoveu desconto irregular do subsídio devido à 1001, o que teria impactado na capacidade de pagamento de direitos trabalhistas.

A paralisação afetou diretamente a população de bairros como Cohatrac e Cidade Operária, comprometendo o deslocamento de milhares de usuários em um período de grande demanda. A Prefeitura afirma que trabalha para restabelecer o serviço o mais rápido possível e minimizar os impactos à população.

SET aciona Justiça para cobrar subsídio de novembro e alerta para risco de nova greve em São Luís


O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) ingressou na Justiça para cobrar da Prefeitura de São Luís o repasse do subsídio referente ao mês de novembro de 2025, que, segundo a entidade, está em atraso. A medida foi tomada diante do descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho aplicável ao sistema de transporte urbano da capital, sob responsabilidade do prefeito Eduardo Braide.

De acordo com o SET, a falta de pagamento do subsídio tem comprometido diretamente a remuneração de diversos trabalhadores do setor, afetando a operação do sistema e colocando em risco a garantia dos direitos trabalhistas. A entidade também afirma que o cenário já provocou uma nova ameaça de greve por parte dos rodoviários, o que pode gerar atrasos, prejuízos e transtornos para a população de São Luís.

O sindicato ressalta que permanece aberto ao diálogo e reitera seu compromisso com a legalidade e com a busca de soluções que assegurem a continuidade do serviço de transporte público. O SET afirma ainda que trabalha para manter a qualidade do atendimento prestado à população, mesmo diante das dificuldades financeiras decorrentes da falta de repasse por parte da administração municipal.

Liminar exige quitação imediata da folha e manutenção de 80% da frota em São Luís

Em decisão liminar proferida na tarde desta segunda-feira (24), o Desembargador Luiz Cosmo da Silva Júnior, do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-MA), determinou que a Prefeitura de São Luís realize imediatamente o pagamento integral do subsídio do transporte diretamente ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET).

O magistrado rejeitou o pedido do Município para realizar depósito judicial incidental ou efetuar pagamentos diretos aos trabalhadores, reforçando que o repasse deve seguir rigorosamente os termos do Acordo Judicial firmado entre as partes em 2024.

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Empresas têm 12 horas para quitar salários e benefícios

O magistrado também estabeleceu que o SET e suas consorciadas terão 12 horas, contadas a partir do efetivo recebimento dos valores, para liquidar todas as folhas de pagamento em atraso — incluindo salários, tíquetes e adiantamentos. A determinação atende a pedido apresentado pelo Ministério Público do Trabalho no Maranhão (MPT-MA).

Caso as empresas descumpram o prazo, o desembargador prevê medidas duras:

Multa pessoal aos sócios e dirigentes;
Desconsideração imediata da personalidade jurídica, permitindo a constrição de bens particulares para assegurar o pagamento aos trabalhadores.
Rodoviários devem evitar paralisação total e manter 80% da frota

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Maranhão (STTREMA) também recebeu determinações. A entidade deve obedecer integralmente à liminar vigente e não pode deflagrar paralisação total do sistema. Se a categoria optar por iniciar um movimento grevista, deverá garantir a circulação mínima de 80% da frota em todas as linhas e horários, sob pena de:

multa diária de R$ 100 mil, a ser paga pelo sindicato;
possibilidade de declaração de abusividade da greve;
A decisão ocorre em meio ao agravamento do impasse no transporte público da capital, marcado por atrasos salariais, paralisações de parte da frota

SET lança nesta terça app para recarga de cartões e pagamento de passagens

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) lançará mais um serviço avançado da nova Bilhetagem Eletrônica. Trata-se do app Bilhete Fácil SLZ, sistema eletrônico, via smartphone, para aquisição de créditos de transporte, pagamento de passagens e acesso aos demais serviços do Sistema Municipal de Transporte Coletivo de São Luís. Com o app, os usuários poderão fazer, de forma cômoda e rápida, a recarga dos seus cartões de transporte, pagando via pix, e pagar passagens por meio dos QR Codes disponibilizados nos validadores existentes nos Terminais de Integração e nos ônibus.

Por meio do aplicativo Bilhete Fácil SLZ, os usuários de Passe Fácil e estudantes (meia passagem) poderão fazer a recarga dos seus cartões de forma bem moderna, cômoda e segura. O valor mínimo a ser adquirido é de R$ 2,10 e os créditos têm validade de 365 dias, contados a partir da data da aquisição. Com o app também, será possível fazer o cadastro do cartão para compra de recarga, valor a ser recarregado e escolha do meio de pagamento.

O app não permitirá consultar saldos, créditos utilizados e movimentações, isso é feito nos próprios validadores. É um app para compra de créditos e pagamento de passagens.
Não será possível fazer a recarga de vale transporte, já que tal compra é feita pelas empresas ou órgãos públicos.
De acordo com a diretoria do SET, o app é mais uma comodidade disponibilizada aos usuários de transporte público urbano e semiurbano.

A diretoria afirma que tem buscado o que há de mais atual em tecnologia e inovação para os usuários. E o app é uma dessas ferramentas que facilitam muito a vida das pessoas, por isso, foi implantado no sistema para que os usuários recarreguem seus cartões com a ferramenta mais moderna e mais usada atualmente no Brasil, o pix, e paguem suas passagens por meio dos QR Codes disponibilizados nos validadores. É um app gratuito, assim como foi o cartão. O objetivo é garantir acesso facilitado aos serviços do SET.

Greve dos rodoviários chega ao fim no setor urbano de São Luís

A greve dos rodoviários no setor urbano de São Luís chegou ao fim. A decisão foi tomada após a decisão provisória da presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-16), desembargadora Márcia Andrea Farias da Silva, determinar em caráter emergencial e provisório, o reajuste de 7% nos salários e de 10% no ticket alimentação dos rodoviários, que deflagraram greve no sistema de transporte urbano de São Luís.

Com a decisão, a categoria rodoviária optou pelo encerramento da greve, e as atividades do transporte público no setor urbano de São Luís serão retomadas imediatamente.

Com o fim da greve dos rodoviários, as medidas de alternativas como o uso de corridas por aplicativo pagas pelo município e vouchers no valor de R$ 100, por dia, para transporte por aplicativo a pacientes da rede estadual de saúde, que estejam fazendo tratamentos quimioterapia e hemodiálise deixam de valer, já que eram ações provisórias.

População enfrentou dificuldades

Durante os quatro dias de greve, usuários do transporte público sofreram ainda mais. Além da superlotação e dos veículos antigos, a frota em circulação foi insuficiente para atender a demanda.

Apenas os ônibus do sistema semiurbano seguiram operando na Grande São Luís, deixando muitos passageiros no meio do caminho. Sem alternativas, alguns precisaram pagar mototáxis, recorrer a transportes por aplicativo, que são mais caros, ou seguir a pé.

Ônibus semiurbanos

Os ônibus que operam as linhas do transporte semiurbano, que atendem São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa, voltaram a circular nas primeiras horas dessa quarta-feira (19), conforme ficou definido após a terceira audiência de conciliação realizada no prédio-sede do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (Maranhão), no bairro Areinha.

De acordo com a última atualização divulgada pela MOB, em setembro de 2024, o sistema semiurbano de transporte público da Grande São Luís conta com 444 ônibus, entre ativos e reservas, operados por 19 empresas em 82 linhas

Segunda-feira sem ônibus: começa a greve de rodoviários da Grande São Luís

Começou nesta segunda-feira (17), como estava prevista, a greve de rodoviários na capital maranhense e região metropolitana. Cerca de 700 mil usuários do sistema de transporte público são afetados com a paralisação de toda a frota.

A manhã começou com muitas pessoas nas paradas, em busca de transporte alternativo, como vans, motos ou transporte por aplicativo.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado do Maranhão (Sttrema), na sexta-feira (14) a categoria e os empresários não chegaram a um acordo durante a audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MA), por isso, os rodoviários vão fazer greve geral no sistema de transporte público de São Luís e de toda a região metropolitana.

Os rodoviários exigem dos empresários reajuste salarial e melhorias nas condições de trabalho. Segundo o Sttrema, em novembro de 2024 a categoria encaminhou ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (SET) a proposta de Convenção Coletiva de Trabalho para 2025, um documento que assegura todos os direitos dos Rodoviários para o ano vigente.

Em janeiro deste ano teve início as negociações com o sindicato patronal, sobre o cumprimento das exigências dos trabalhadores presentes na Convenção Coletiva de Trabalho. Segundo o Sttrema, ao todo, foram realizadas quatro reuniões, duas audiências de mediação e uma audiência de conciliação, mas os empresários não apresentaram nenhuma proposta que atenda aos interesses dos rodoviários.