Maranhão está entre os estados que vai ter mudança na superintendência da Polícia Federal

O novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, deverá trocar ao menos 12 dos 27 superintendes regionais do órgão e manter à frente das investigações em andamento nos estados outros 9 da gestão anterior.

Os superintendentes de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Bahia, Ceará, Roraima, Amazonas, Rio Grande do Sul e Goiás são aqueles que serão provavelmente mantidos nos cargos pela nova gestão – nomes como o de Disney Rossetti (SP), Jairo Souza da Silva (RJ) e Élzio Vicente da Silva (DF).

As trocas devem ocorrer em Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte, Piauí, Maranhão e Acre.

Pernambuco e Paraíba, contudo, já foram oficializados: Cairo Costa Duarte, antigo número 2 no Distrito Federal, assume Pernambuco. E o delegado André Vieira Andrade, que já atuou em Goiás e no Pará, comandará Paraíba.

Dois nomes com atuação importante na Lava Jato devem assumir superintendências. A delegada Érika Mialik Marena, que liderou o grupo em Curitiba, vai assumir Sergipe. E o delegado Luciano Flores, que interrogou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deve assumir no Mato Grosso do Sul.

O diretor de combate ao crime organizado, Maurício Valeixo, importante quadro da gestão do antecessor Leandro Daiello, será oficializado no Paraná, estado responsável pelas investigações da Lava Jato na primeira instância.

Com as mudanças, a PF deverá ter 7 das 27 superintendências chefiadas por mulheres, o maior número na história da PF – uma delas será mantida da gestão anterior: Rosilene Santiago, em Roraima, e ainda está indefinida a troca em outros seis estados do país. Todos os novos comandantes regionais deverão ser oficializados no cargo neste mês de dezembro.

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