Duas pessoas são internadas com suspeita de intoxicação por metanol na Grande São Luís

Duas pessoas foram internadas com suspeita de intoxicação por metanol no Maranhão, segundo informou a Secretaria de Estado da Saúde (SES). Os pacientes estão recebendo atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Parque Vitória e de Paço do Lumiar, ambas localizadas na Região Metropolitana de São Luís.

De acordo com a SES, os dois pacientes permanecem em observação médica enquanto aguardam o resultado dos exames clínicos que irão confirmar — ou descartar — o diagnóstico de intoxicação.

Em nota, a secretaria destacou que, em cumprimento à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), não serão divulgadas informações detalhadas sobre o estado de saúde das vítimas.

A SES também informou que todos os procedimentos adotados seguem os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, conforme orientações constantes em uma Nota Técnica específica sobre o manejo de casos suspeitos de intoxicação por metanol.

SES descarta caso suspeito de intoxicação por metanol no Maranhão

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou nota de esclarecimento, nesta quinta-feira (9), informando que, até o momento, não há registro de casos suspeitos de intoxicação por metanol no Maranhão. O comunicado foi emitido após a circulação de informações sobre um possível caso em análise na rede pública de saúde.

De acordo com a SES, o paciente mencionado em algumas publicações segue em atendimento médico, mas não se enquadra, até agora, como suspeito de intoxicação por metanol. A secretaria esclareceu que a hipótese inicial aponta para outro agente causador e que o caso segue sob investigação clínica.

“O paciente aguarda avaliação médica e será submetido a exames complementares e acompanhamento especializado”, diz a nota.

A SES reforçou que mantém vigilância constante sobre possíveis casos de intoxicação por substâncias químicas e que qualquer confirmação será divulgada de forma oficial, por meio dos canais institucionais da Secretaria de Saúde do Estado.

Anvisa proíbe antibiótico e anestésico por contaminação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (6), a interdição cautelar do antibiótico Vancotrat 500 mg, indicado para o tratamento de infecções respiratórias, como pneumonia. O medicamento é fabricado pela União Química Farmacêutica Nacional S/A.

De acordo com a agência, a ação atinge apenas o lote de número 2518163, com validade até abril de 2027. A medida foi tomada após a suspeita de desvio de qualidade: durante a diluição do produto, foi observada alteração na coloração da solução, que apresentou uma tonalidade alaranjada, diferente do que é descrito na bula.

A interdição cautelar é uma ação preventiva e temporária adotada pela Anvisa para proteger a saúde da população enquanto são realizados testes laboratoriais e análises complementares.

Até a conclusão das investigações, o medicamento não deve ser consumido, comercializado nem distribuído. A agência reforça que, nesse período, é essencial que profissionais de saúde e pacientes verifiquem o número do lote antes do uso.

Na mesma ação de fiscalização, a Anvisa também determinou a interdição cautelar do Cloridrato de Lidocaína 20 mg/ml, anestésico fabricado pela Hypofarma – Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda.

A medida atinge somente o lote de número 25010360, com validade até janeiro de 2027, após a identificação de um inseto dentro de um frasco do medicamento. Assim como no caso do Vancotrat, o produto deve permanecer fora de uso até o fim das análises.

A Anvisa orienta que pacientes, clínicas e hospitais que possuam os medicamentos dos lotes mencionados interrompam imediatamente o uso e notifiquem o problema aos canais oficiais da agência.

Os relatos podem ser feitos pelo sistema Notivisa, disponível no site da Anvisa, ou junto às vigilâncias sanitárias locais.

Ministério da Saúde libera R$139 mi para 61 obras no Maranhão


O ministério da Saúde anunciou que liberou R$ 139,3 milhões para a construção das obras em 57 municípios maranhenses, além de 61 novas unidades de atendimento e chegada de 30 médicos especialista.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a medida busca reduzir filas e agilizar o acesso da população. “Esse é um esforço importante para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias, com mais investimento em infraestrutura pelo Novo PAC Saúde”, destacou.

Estrutura ampliada no estado

Com recursos do Novo PAC Seleções 2025, o Maranhão terá:

55 Unidades Básicas de Saúde (UBS), reforçando a Atenção Primária;

5 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS);

1 Policlínica, ampliando o atendimento especializado.

A expansão da Atenção Primária contribuirá para reduzir a sobrecarga em serviços especializados e garantir atendimento mais próximo da população.

Mais especialistas para cidades estratégicas

Durante evento no Hospital Universitário da UFMA, em São Luís, o secretário adjunto de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Jérzey Timóteo Ribeiro Santos, reforçou a importância da iniciativa.
“Esses profissionais estão sendo alocados em municípios estratégicos, como Timon, Imperatriz, Açailândia, Santa Inês, Caxias e São Luís, reforçando a capacidade cirúrgica e resolutiva do SUS no estado”, afirmou.

Entre as especialidades com maior número de profissionais estão:

Ginecologia (98)

Anestesiologia (37)

Otorrinolaringologia (26)

Cirurgia geral (25)

Áreas oncológicas (66)

Destaque para o Nordeste e incentivo à formação

O Nordeste recebe 58% dos 322 médicos enviados ao país nesta primeira etapa. Do total, 72% atuarão em áreas de alta vulnerabilidade, incluindo 22% em municípios da Amazônia Legal.

Para garantir a formação de mais especialistas, o programa abriu 4 mil bolsas de residências, sendo 3 mil para Residência Médica e 1 mil para áreas multiprofissionais. O investimento previsto para 2025 é de R$ 1,8 bilhão, 32% a mais que em 2023.

Além disso, haverá incentivos inéditos de R$ 112 milhões até 2026 para residentes, preceptores e tutores em 20 especialidades, enfermagem obstétrica e física médica.

Protesto provoca engarrafamento no Monte Castelo

Um protesto em frente à sede do plano de saúde Humanas, localizada no bairro Monte Castelo, em São Luís, provocou um longo engarrafamento, nesta segunda-feira (15).

A movimentação acabou gerando transtornos no trânsito, com congestionamento em ruas próximas à região.

O grupo reivindicava o descredenciamento de clínicas de tratamento de neurodivergentes. Segundo os manifestantes, os pacientes foram colocados em outras unidades, sendo que as unidades não teriam estrutura e nem profissionais suficientes.

A Polícia Militar e agentes de trânsito foram acionados para organizar a área e evitar sed maiores complicações.

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Atualização (12h52):

A empresa Humana Saúde enviou nota esclarecendo serviços reivindicados pelos manifestantes.

*NOTA DE ESCLARECIMENTO*

A Humana Saúde informa que os atendimentos realizados em todas as unidades do Centro Integrado de Neurodesenvolvimento (CIN) seguem rigorosamente as normas vigentes e contam sempre com o acompanhamento de profissionais qualificados.

A participação de estagiários ocorre exclusivamente sob supervisão direta de profissionais responsáveis, garantindo segurança e qualidade no processo terapêutico. Já os Acompanhantes Terapêuticos (ATs) atuam orientados pelo coordenador do caso e com supervisão clínica, assegurando consistência metodológica nos atendimentos.

As recentes adequações na agenda têm como objetivo oferecer maior estabilidade e continuidade no cuidado das crianças.

A Humana reitera o compromisso com as famílias e com a qualidade assistencial, permanecendo à disposição para diálogo e esclarecimentos.

Vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos é estendida até dezembro pelo SUS


O Ministério da Saúde anunciou a extensão até dezembro de vacinação de jovens de 15 a 19 anos contra o HPV (Papilomavírus Humano). Segundo a pasta, essa é primeira vez que essa faixa etária passa a receber a vacina pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A meta do ministério é alcançar cerca de 7 milhões de jovens que perderam a imunização na idade recomendada (9 a 14 anos). No Maranhão, a vacina já está disponível nas unidades de saúde.

A ginecologista Denise Yanasse explica que o HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum no mundo. “O HPV é transmitido por meio de relações sexuais e é o principal causador do câncer de colo do útero em mulheres. Ele também está associado a outros tipos de câncer em homens e mulheres, além de provocar verrugas genitais.”

HPV: Público-alvo da vacina (Fonte: Ministério da Saúde)

Meninas e meninos de 9 a 14 anos;
Jovens de 15 a 19 anos não vacinados (ação até dezembro/2025);
Pessoas de 15 a 45 anos imunocompetentes que sofreram violência sexual ou apresentam condições específicas de saúde.
HPV: esquema vacinal

Adolescentes imunocompetentes (9 a 14 anos): dose única, substituindo o esquema anterior de duas doses.
Pessoas com sistema imunológico comprometido — como pacientes com HIV/AIDS, em tratamento oncológico ou que passaram por transplante — devem receber três doses para garantir maior proteção.
A mesma recomendação se aplica a usuários de PrEP (método de prevenção ao HIV) entre 15 e 45 anos e a vítimas de violência sexual com 15 anos ou mais.

Embora a maioria das infecções seja eliminada pelo organismo em até dois anos, em alguns casos o vírus persiste e pode causar doenças graves. Além do câncer de colo do útero, quase totalmente associado ao HPV, o vírus também está ligado a casos de câncer anal, de pênis, de boca e de orofaringe, além de provocar verrugas genitais.

Prefeituras do MA são alvo de cobrança milionária por fraude

O governo federal cobra a devolução de mais de R$ 140 milhões de prefeituras por supostas fraudes em emendas parlamentares da área da saúde. Do total, cerca de R$ 120 milhões envolvem municípios maranhenses, segundo auditorias do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS), vinculado ao Ministério da Saúde.

As 51 apurações feitas pelo DenaSUS indicam que diversas prefeituras inflaram dados sobre atendimentos no SUS, como consultas e exames, para receberem recursos acima do limite permitido. O município de Vitorino Freire (MA), reduto político do ex-ministro das Comunicações Juscelino Filho (União Brasil), lidera a lista de cobranças, com R$ 13,4 milhões a serem restituídos.

A auditoria afirma que a gestão municipal declarou mais de 800 mil consultas em 2021, apesar de possuir apenas 30 mil habitantes. A prefeitura afirma que os atendimentos ocorreram durante a pandemia e que parte dos problemas decorre de falhas de uma empresa terceirizada.

TERCEIRIZAÇÃO DE SENHAS

Além dos dados inflacionados, os relatórios identificaram que alguns municípios compartilharam senhas de acesso ao sistema do SUS com pessoas sem vínculo com a administração. Um dos envolvidos, Roberto Rodrigues Lima, já havia sido alvo da Polícia Federal em 2022 por suspeita de fraudes semelhantes.

A segunda maior cobrança recai sobre Paulo Ramos (MA), que deve restituir R$ 10,3 milhões. A investigação identificou repasses sem justificativa à empresa Center Med, também investigada pela Polícia Federal em apurações que envolvem o deputado federal Cleber Verde (MDB-MA). O parlamentar afirma que as emendas foram destinadas para ampliar os serviços de saúde e nega irregularidades.

PREFEITURAS NEGAM

Procurados, os municípios afirmam que aprimoraram os registros do SUS e negam irregularidades. Vitorino Freire diz que já devolveu R$ 4,6 milhões à União por acordo com o MPF. Lago dos Rodrigues afirma que não foi notificado oficialmente e responsabiliza a gestão anterior.

Dos 51 relatórios de auditoria, 23 são do Maranhão. São Paulo aparece em seguida, com cinco municípios cobrados em um total de R$ 1,8 milhão. O governo diz que, até agora, R$ 12,1 milhões já foram devolvidos. As investigações se concentram em repasses realizados entre 2019 e 2022, período de alta nas emendas parlamentares.

Vacinação contra gripe em São Luís: quem pode tomar, onde e quais horários

Começa nesta segunda-feira (7) a campanha nacional de vacinação contra a influenza. Mas, em São Luís, as doses estão disponíveis gratuitamente, desde a semana passada, para o público-alvo em todas as unidades de saúde do município, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira e no posto volante instalado no São Luís Shopping, que funciona das 10h às 16h, de terça a sábado.

A imunização tem o objetivo de proteger os grupos mais vulneráveis contra os principais vírus da gripe, reduzindo casos graves, internações e óbitos. A vacinação ajuda a evitar sobrecarga nos hospitais e protege não só quem toma a vacina, mas também quem está ao redor.

O imunizante é atualizado todos os anos para garantir proteção contra as variantes mais recentes do vírus Influenza. Por isso, mesmo quem tomou a vacina no ano passado deve se imunizar novamente. Para receber a vacina, basta apresentar um documento com foto e a carteira de vacinação.

Público-alvo

Conforme o Ministério da Saúde, integram o público-alvo da campanha:

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– Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;

– Gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto);

– Idosos com 60 anos ou mais;

– Trabalhadores da saúde;

– Professores;

– Trabalhadores dos Correios;

– Pessoas com comorbidades ou deficiência permanente;

– Profissionais das forças de segurança, salvamento e Forças Armadas;

– Caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e portuários;

– Funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade.

Proteção

De acordo com o Ministério da Saúde, o imunizante distribuído na rede pública protege contra um total de três vírus do tipo influenza e garante uma redução do risco de casos graves e óbitos provocados pela doença.

Em 2025, a dose contém as seguintes cepas: H1N1, H3N2 e B. A administração, de acordo com o ministério, pode ser feita junto com outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação.

Doses

Para a vacinação deste ano, a pasta adquiriu um total de 73, 6 milhões de doses. No primeiro semestre, 67,6 milhões de doses devem ser distribuídas para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. No segundo semestre, 5,9 milhões serão enviadas para o Norte.

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UBSs e Policlínicas de São Luís ofertam, a partir de hoje, vacina contra dengue

Vacina contra dengue começa a ser testada em adultos no RJ | CNN Brasil

A partir desta segunda-feira (19), a vacinação contra a dengue em crianças de 10 e 11 anos, em São Luís, vai ser estendida para as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Ambulatório de Especialidades Médicas Dr. Paulo Ramos e Apae, das 8h às 17h.

Além destes locais, a população pode contar também com o ponto do São Luís Shopping, que vai ofertar a vacina de terça a sábado, das 10h às 16h.

A campanha de imunização da rede municipal contra a dengue em crianças começou na sexta-feira (16). Ao todo, foram encaminhadas ao Maranhão 40.610 doses, sendo 27.367 doses para São Luís. A vacinação foi disponibilizada primeiro nas Unidades de Saúde na Hora, na sexta e no sábado (17). Agora, as doses são ofertadas em mais locais na capital.

Para vacinar é necessário que os menores estejam acompanhados dos pais ou responsáveis legais e, ainda, a apresentação de documento oficial com foto do responsável e da criança, cartão de vacina e comprovante de residência.

Segundo a nota técnica emitida pelo Ministério, o esquema vacinal é composto pela aplicação de duas doses com intervalo de três meses entre a primeira e a segunda. Pessoas que estejam infectadas pela dengue devem aguardar o período de seis meses para receber o imunizante.

O documento determina ainda que a vacina pode ser administrada de forma simultânea com outras vacinas do calendário nacional, exceto com vacinas de vírus vivo ou atenuado, como o imunizante contra Varicela, Febre Amarela e Tríplice Viral.

Além da vacinação, a Prefeitura de São Luís, por meio da Coordenação de Controle às Arboviroses da Semus, tem intensificado os trabalhos de prevenção e monitoramento por meio de visitas domiciliares para orientação da população e tratamento de reservatórios, inspeção das áreas de risco, levantamento das regiões com maior índice de infestação pelo Aedes aegypti e nebulização dos bairros com maior número de focos do mosquito.