Professores aceitam proposta de reajuste e encerram greve; aulas retornam segunda (9)

A greve dos professores municipais de São Luís está encerrada. A decisão foi tomada pelo Sindicato dos Profissionais do Magistério da Rede Municipal de São Luís (Sindeducação), em assembleia geral, na Praça Maria Aragão, nesta sexta-feira (6). A categoria ficou parada por 19 dias.

O sindicato decidiu aceitar a proposta de reajuste salarial de 10,06% aos professores que ganham acima do piso salarial, com retroativo a janeiro, que havia sido proposto pela Prefeitura de São Luís. Antes, o Sindeducação pedia um reajuste de 33% .

Segundo o Sindeducação, a Prefeitura de São Luís também se comprometeu a abolir as faltas que os professores tiveram enquanto estavam em greve e manter um canal de comunicação para discutir futuros reajustes.

Outro compromisso da Prefeitura, segundo o Sindeducação, foi de suspender um seletivo para professores substitutos que havia sido publicado na última quinta-feira, e não abrir processo administrativo disciplinar contra os professores grevistas.

A volta dos professores às salas de aula deve acontecer já nesta segunda-feira (9), segundo compromisso firmado pelo Sindeducação com a Prefeitura.

Greve de professores força Prefeitura a contrata substitutos

Diante da paralisação dos professores da rede municipal de São Luís, a Prefeitura decidiu abrir vagas para contratar profissionais substitutos, até que a paralisação seja encerrada. Nesta sexta-feira (6), a greve completa 19 dias.

A contratação foi autorizada pela desembargadora Francisca Galiza, do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA). A magistrada autorizou ainda, que sejam descontadas as faltas dos professores em greve.

Foram abertas contratações para 1.140 vagas, com 20h, 24h ou 40h, e salários de até R$ 4.652,84. O processo seletivo acontece por conta da paralisação da categoria, informa o edital.

Sindicato dos Profissionais do Magistério da Rede Municipal de São Luís (Sindeducação) e Prefeitura de São Luís não se entendem quanto ao percentual de reajuste salarial. O sindicato já propôs 17,62%; a Prefeitura, 10,8%. Ambas as propostas foram rejeitadas pelas partes.

Professores protestam durante sessão na Câmara de Vereadores

Professores que estão em greve foram até a Câmara Municipal de São Luís, para acompanhar a sessão desta quarta-feira (4), em que seria votado Projeto de Lei que reajusta em 8% os salários dos servidores municipais. Na ocasião, iniciou-se um tumulto, envolvendo a categoria e seguranças da casa legislativa.

Os professores foram reforçar o grupo de servidores de outras categorias para acompanhar a votação. Durante os manifestos, professores disseram ter sido  agredidos por seguranças da Câmara.

Nas redes sociais, o Sindicato dos Profissionais do Magistério da Rede Municipal de São Luís (Sindeducação) publicou um vídeo reclamando do ocorrido.

Por conta dos manifestos, o projeto de reajuste salarial, de autoria do Poder Executivo municipal, foi aprovado em regime de urgência. Os vereadores Jonathan Alves (PT), Ribeiro Neto (PMN) e Aldir Júnior (PL) não votaram.

O reajuste de 8% não envolve a categoria dos professores.

Greve de professores: justiça autoriza desconto de faltas

Professores da rede municipal que estão em greve terão as faltas descontadas. A decisão partiu da desembargadora do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), Maria Francisca Gualberto Galiza, no fim da tarde de terça-feira (3).

A desembargadora autorizou ainda, a contratação de professores temporários para dar andamento às aulas, enquanto durar a paralisação. Nesta quarta-feira (4), a paralisação chega a 16 dias.

Foi negado pela justiça pedidos do Sindicato dos Profissionais do Magistério da Rede Municipal de São Luís (Sindeducação) para que fossem suspensos os efeitos do ato de convocação da prefeitura. No ato, os servidores deveriam retornar aos seus postos de trabalho, a partir do dia 26 de abril e se assim o fizessem, as faltas não seriam descontadas.

Conciliação

Os professores reuniram na terça-feira (3), em audiência mediada pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA), mas, não foi colocado fim ao impasse da divergência nas propostas de reajuste salarial. O sindicato propôs um reajuste 17,62%, que não foi aceito pela prefeitura.

Greve dos professores continua, decide categoria em assembleia

Em assembleia realizada no fim da tarde de quarta-feira (27), na Praça Nauro Machado, Centro Histórico, professores da rede municipal decidiram manter a greve. O Sindicato dos Profissionais do Magistério da Rede Municipal de São Luís (Sindeducação) vem conduzindo os trabalhos. Desde o dia 18 de abril os professores estão em greve.

A categoria quer reajuste salarial que obedeça o piso estipulado pelo Governo Federal, de 33,24%. A prefeitura ofereceu 10,6%. O Sindeducação frisou que pode ser negociado índice a partir de 14,57%.

Em comunicado, no site, o Sindeducação disse que “apesar de toda essa política de pressão e assédio, a categoria não se intimidou, demonstrando que ainda existe muita disposição para os próximos dias e que não vai abrir mão de defender o futuro da carreira do magistério.Os professores estão fortalecendo uns aos outros”.

A categoria se reúne novamente dia 2 de maio, em local e horário a confirmar.

Professores em greve são convocados para retorno às salas de aula

Os professores em greve foram convocados, pela Prefeitura de São Luís, a retornarem ao trabalho, nesta terça-feira (26). Para o Sindicato dos Profissionais do Ensino Público de São Luís (Sindeducação), a ação da gestão municipal é uma forma de pressionar e desmobilizar a categoria. Hoje, a greve completa nove dias.

A convocação diz ainda que gestores das escolas devem ligar para os professores e comunicar a volta ao trabalho.O sindicato descarta a possibilidade e justifica que as faltas serão negociadas e retiradas mediante a compensação, conforme decisão já consolidada no Superior Tribunal Federal (STF).

Por meio de sua assessoria jurídica, o sindicato respondeu à Prefeitura de São Luís, após ação que autorizou o corte de ponto e processo administrativo disciplinares contra os professores grevistas, dizendo que tal medida não cabe ao poder judiciário e sim à gestão municipal.

O Sindeducação pontuou que “a greve é legítima e está mantida”.

 

Faltas dos professores em greve serão aplicadas

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) autorizou que as faltas dos professores que estão em greve sejam aplicadas. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (25). Com isso, os grevistas terão que arcar pelos dias parados.

A Prefeitura poderá fazer contratação de professores temporários, para que as aulas sigam, determina a decisão.

Também pode ser aberto procedimento administrativo disciplinar, mas, a definição cabe à Prefeitura, diz a decisão judicial. A medida é da desembargadora Francisca Galiza.

O Sindicato dos Profissionais do Ensino Público de São Luís (Sindeducação) pede o piso nacional de 33,24% para professores do nível médio e 36,56% de reajuste para os do nível superior.

Caminhada e manifesto em frente à Prefeitura marcam greve de professores nesta segunda

Manifestação à frente da Prefeitura de São Luís, no Centro Histórico e caminhada pela ponte São Francisco marcaram as atividades de greve dos professores, nesta segunda-feira (25.

O Sindicato dos Profissionais do Ensino Público de São Luís (Sindeducação) coordena as ações para reivindicar melhorias salariais e condições de trabalho.

O grupo concentrou às 8h, em frente à Igreja do São Francisco e de lá, os professores caminharam até a Praça Pedro II, onde funciona a sede da Prefeitura de São Luís.

Professores pedem atualização do piso nacional de 33,24% para docentes do nível médio, e a repercussão em toda tabela salarial do magistério, com 36,56% de reajuste para todos os professores com nível superior.

A greve já dura oito dias.

São Luís: Professores completam seis dias de greve

Ainda sem previsão de acordo, greve dos professores da rede municipal de São Luís prossegue e hoje, 23, chega ao seu sexto dia. O prefeito Eduardo Braide apresentou, em coletiva na noite de sexta-feira (22), um panorama da proposta feita à classe, de 10,06%, e que não foi aceita.

Braide frisou a necessidade em cumprir a atualização salarial, com foco nos professores que ganham abaixo do piso nacional, fixado em R$ 3.845, após a nova lei entrar em vigor. O sindicato pede reajuste para toda a categoria, incluindo inativos.

A categoria pede a atualização do piso nacional de 33,24% para docentes do nível médio, e a repercussão em toda tabela salarial do magistério, com 36,56% de reajuste para todos os professores com nível superior. O reajuste de 33,24% foi aprovado pelo governo federal, no dia 4 de fevereiro deste ano, com isso, o piso passou de R$ 2.886 para R$ 3.845.

Para segunda-feira (25) está previsto novo ato da categoria, que se reunirá no Sindeducação para debates, ao longo do dia. O sindicato também cumpre roteiro de mobilização dos professores, nas escolas que ainda não aderiram à greve.

Proposta da Prefeitura é recusada e professores mantêm greve

A greve de professores da rede municipal de ensino continua. A categoria não aceitou proposta da Prefeitura de São Luís, que oferecia 10,06% de reajuste salarial para a categoria. A decisão foi tomada na noite desta quarta-feira (20), na Praça Deodoro, em assembleia geral coordenada pelo Sindicato dos Profissionais do Ensino Público de São Luís (Sindeducação).

O Sindeducação justificou que o valor é muito abaixo do que a categoria reivindica – 33,24% para docentes do nível médio – reajuste aprovado pelo governo federal. Com isso, o piso passaria de R$ 2.886 para R$ 3.845. O sindicato pede ainda, 36,56% de reajuste ara todos os professores de nível superior.

Aos professores que recebem abaixo do piso, a Prefeitura diz ter mandado à Câmara Municipal proposta de reajuste em 33%.

A Prefeitura havia oferecido 5%, que não foi aceito pelos professores e culminou na greve por tempo indeterminado, na segunda-feira, 18. A justiça considerou a paralisação ilegal, mas a categoria manteve o movimento.