Francimar Melo será novo presidente do PT-MA

O vice-presidente do PT Maranhão, Francimar Melo, vai assumir o comando estadual da legenda, a partir do dia 3 de janeiro, em substituição a Augusto Lobato. Ele ficará na presidência do partido por dois anos, conforme definido pelo diretório nacional. A posse será na sede da legenda, no bairro Cohafuma, às 17 horas.

Natural da cidade de Dom Pedro, Francimar Melo iniciou na militância social, em zonas rurais e áreas quilombolas, assessorando organizações de quebradeiras de coco, no âmbito associativista e cooperativista. Presidiu o PT do municípios em dois mandatos, nos períodos de 2005 a 2009 e 2010 a 2013.

Ele foi vice-presidente da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), entre 2018 e 2020 e ao sair do cargo, ocupou assessoria especial na Secretaria de Estado de Articulação Política (Secap).

A cerimônia terá presenças de presidentes dos diretórios petistas maranhenses, vereadores, prefeitos, vice-prefeitos, membros dos diretórios estadual e executiva, além de lideranças nacionais do partido. A posse será transmitida virtualmente, na plataforma Zoom.

Mical Damasceno permanece na presidência estadual do PTB

Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão - Mical Damasceno repudia  apresentação de escola de sambaA deputada Mical Damasceno (PTB) continua no comando partido no Maranhão. A confirmação vei durante convenção nacional do partido, na quinta (1º).

Na convenção, Mical Damasceno foi mantida, e mais que isso, bastante elogiada por nomes fortes da legenda, a exemplo do presidente Roberto Jefferson.

A recondução para a presidência era uma dúvida que pairava, pois, nas últimas semanas, era dada como certa a troca do comando. O nome à vaga seria do prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bomfim.

 

Sistemas do TSE relativos a partidos políticos estarão indisponíveis

Neste sábado (9) e domingo (10), haverá um período de indisponibilidade de três sistemas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que possuem interface com os partidos políticos. São eles: Sistema de Apoiamento a Partido em Formação (SAPF), Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP) e Sistema de Filiação Partidária (Filia).

A medida é necessária em virtude do impacto causado pela manutenção do banco de dados do Cadastro Nacional de Eleitores. A partir de segunda-feira (11), o funcionamento desses sistemas voltará à normalidade.

O SAPF, instituído para os fins estabelecidos no artigo 13 da Resolução-TSE nº 23.465/2015, é usado por legendas em formação e permite aos representantes das agremiações realizarem o cadastramento de senhas, a inserção de dados e o envio à Justiça Eleitoral das informações referentes ao apoiamento mínimo de eleitores. Permite também aos interessados pesquisar se constam da relação de apoiadores de algum partido em formação, por exemplo.

O Filia, instituído pela Resolução TSE nº 23.596/2019, é composto por três módulos: Interno, Externo e Consulta Pública. O módulo Interno é de uso exclusivo da Justiça Eleitoral e tem como objetivo o gerenciamento das informações relativas a filiações partidárias. O Externo, por sua vez, é de uso das legendas e permite o cadastramento de usuários credenciados das respectivas esferas partidárias, a inserção dos dados dos filiados e a submissão deles à Justiça Eleitoral.

Já o SGIP, previsto na Instrução Normativa-TSE nº 3, de 21 de fevereiro de 2008, realiza, entre outras ações, o gerenciamento dos dados referentes a órgãos de direção de partidos, integrantes e delegados.

Flávio Dino vence adversários em todos os cenários da disputa para 2022, aponta pesquisa Exata

Governo do Estado ou senado. O governador Flávio Dino venceria as disputas para as eleições 2022, se concorresse em qualquer um dos cargos – apesar de não poder concorrer ao Governo, por estar em seu segundo mandato. Ele lideraria contra Roseana Sarney, Weverton e Roberto Rocha. É o que afirma a pesquisa Exata, divulgada nesta sexta-feira (1º). A pesquisa questionou eleitores maranhenses sobre nomes ao Governo do Maranhão, Senado e também, a Presidência da República. Neste último, Lula lidera as preferências e Bolsonaro é o campeão em rejeição.

Foram 1432 entrevistados, por meio de  abordagem e domicílios sorteados, nas regiões Norte, Sul, Leste, Oeste, Central e Grande São Luís, na pesquisa realizada de 24 a 28 de setembro. A margem de erro foi de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na escolha do nome para presidência, sendo hoje a eleição. Lula sai na frente com expressivos 62%, seguido de Jair Bolsonaro (17%), Ciro Gomes (6%), Sérgio Moro (2%) e João Doria (1%). Brancos e nulos somaram 8% e os que não sabiam ou não responderam, 4%.

Jair Bolsonaro lidera na lista dos que não seriam escolhidos ‘de jeito nenhum’, com largos 65%. João Doria e Sérgio Moro empataram com o segundo maior índice de rejeição – 25% -, seguidos por Lula (21%) e Ciro Gomes (19%).  O total de 1% dos entrevistados disse que votaria em todos os nomes e 7%, não votaria em nenhum; não sabiam ou não responderam, 2%.

Governo

Para o Governo do Maranhão, sem Flávio Dino, a ex-governadora Roseana Sarney venceria, segundo a pesquisa. Roseana teria 27% das intenções de voto, seguida por Weverton Rocha (21%), Edivaldo Holanda Jr. (9%), Roberto Rocha (8%), Dr. Lahésio (7%), Carlos Brandão (6%), Josimar do Maranhãozinho (5%) e Simplício Araújo (1%). Brancos/nulos/nenhum e que não souberam ou não responderam, 8%.

No cenário sem Flávio Dino e sem Roseana Sarney, quem sairia na frente seria Weverton Rocha, com 32% dos votos. Seguindo, estariam Edivaldo Holanda Jr. (13%), Dr. Lahésio (12%), Carlos Brandão (11%) e Josimar do Maranhãozinho (8%). Nenhum/Branco/Nulo ficaram em 13% e que não sabiam ou não responderam, 11%.

Considerando quadros mais enxutos, Weverton Rocha sairia na frente – 39% –  em uma disputa com Edvaldo Holanda Jr. (17%) e Carlos Brandão (15%), tendo Nenhum/Branco/Nulo com 16% e não sabem ou não responderam, 13%. Num cenário apenas com Carlos Brandão, Weverton também vence com largos 48%, frente à 19% do seu adversário. Nenhum/Branco/Nulo somariam 20%; e que não sabem ou não responderam, 13%.

No quesito rejeição, a pesquisa perguntou aos entrevistados em quem não votariam de jeito nenhum. Roseana Sarney sai na frente, na rejeição do eleitorado, com 42%. Seguem a emedebista, Josimar do Maranhãozinho (30%), Carlos Brandão (21%), Simplício Araújo (16%), Roberto Rocha (15%), Weverton Rocha (14%), Edivaldo Holanda Jr. (14%) e Dr. Lahésio (13%). Um total de 22% dos entrevistados afirmou que votaria em todos; 21% não votaria em nenhum; e 4% não sabiam ou não responderam.

Senado

A pesquisa aponta Flávio Dino na frente para a disputa ao Senado, com 40%. Em segundo lugar, Roseana Sarney com 22%, seguida por Roberto Rocha (12%), Edivaldo Holanda Júnior (6%), Josimar do Maranhãozinho (6%) e Othelino Neto (3%). Nenhum/Branco/Nulo somaram 5% e que não sabiam ou não responderam, 6%.

Flávio Dino ganharia em cenários mais enxutos. Disputando com Roseana, ele teria 49% contra 31% da emedebista. Nenhum/Branco/Nulo somariam 15% e que não souberam ou não responderam, 5%. Em uma disputa com Roberto Rocha, Flávio Dino ganharia com índice 55% contra 28% do adversário. Nesse cenário, Nenhum/Branco/Nulo somariam 12% e que não souberam ou não responderam, 5%.

No quesito rejeição, os entrevistados, perguntados sobre em quem não votariam de jeito nenhum, Roseana Sarney sai mais uma vez na frente, com 40%. Seguida por Josimar do Maranhãozinho (29%), Flávio Dino (26%), Othelino Neto (19%), Roberto Rocha (18%) e Edivaldo Holanda Júnior (15%). Um total de 5% afirmou que votaria em todos os candidatos e 6% não votaria em nenhum. Que não sabiam ou não responderam, totalizaram 4% das intenções de voto.

A pesquisa finaliza avaliando a administração do governador Flávio Dino. A maior parte dos entrevistados considerou a gestão regular (37%). Um total de 32% dos pesquisados considerou boa; 13% péssima; 9% ótima; e 8% ruim. Não sabiam ou não responderam somaram 1%. No entanto, o governo Flávio Dino é aprovado pela maioria dos entrevistados – 65%. Não aprovam somou 33% e que não sabiam ou não responderam, 2%.

Jefferson Portela vai disputar Câmara dos Deputados

 

Jefferson Portela será candidato a deputado federal. E vai se unir ao senador Weverton Rocha, a quem, abertamente, já mostrou apoiar. Também se filiará ao partido de Weverton, o PDT. Com isso, Portela será menos um na lista de fortalecedores do nome de Carlos Brandão, principal candidato defendido pelo governador Flávio Dino.

Portela e Weverton estavam em viagem, no interior do Maranhão, em mais um encontro da coligação Maranhão Mais Feliz. Entre os auxiliares do governador Dino, Portela tem sido firme no seu apoio a Weverton, bem antes da pré-campanha. E Weverton, por sua vez, vem fortalecendo o nome de Portela.

No evento em Pinheiro, em reunião com prefeitos aliados, o senador reforçou o compromisso de ver o secretário eleito, pedindo empenho de sua base.

Deputados fechados com Brandão reforçam nome para 2022

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Rafael Leitoa, foi um dos participantes de uma série de vídeos, mostrando querer reforço do nome de Carlos Brandão para a dipsuta de 2022.  Na mensagem, o deputado diz que, “com a saída do governador Flávio Dino, em abril, temos certeza que o nosso Maranhão vai sair no rumo certo”.

Os aliados estão no caminho para firmar a candidatura de Brandão como pré-candidato ao Governo do Estado, sendo ele o principal nome do governador Flávio Dino para a sucessão em 2022.

As manifestações pró-Brandão no Governo partem de outros fortes nomes, a exemplo do deputado Duarte Jr, que mostrou força na última campanha a prefeito de São Luís; Adelmo Soares, que foi secretário do governo Dino e tem bom trânsito no interior do Estado; Arnaldo Melo, ex-presidente da Assembleia; e Thaíza Hortegal.

O foco é por Brandão em primeiro lugar e fortalecer o nome do vice-governador para as eleições de 2022.

Felipe Camarão e a força com o PT

O secretário de Educação do governo Flávio Dino, Felipe Camarão, mostra condições de ampliar as vagas do partido, hoje reduzidas ao deputado Zé Carlos. A presença de Felipe Camarão no PT não apenas reforça a campanha de Lula, como também amplia as chances de o partido ter uma bancada inédita na Câmara Federal

Tido como opção de candidato a governador na base do governo Flávio Dino (PSB) – e apontado também como possível vice ou suplente de senador – o secretário de Educação Felipe Camarão é uma espécie de trunfo do PT nas eleições de 2022.

Felipe Camarão está melhor posicionado nas pesquisas de intenção de votos para a corrida sucessória e pode garantir ao partido do ex-presidente Lula uma bancada inédita na representação maranhense na Câmara Federal.

Camarão, não apenas garantir o próprio Zé Carlos como também abrir possibilidade para um terceiro nome, pela primeira vez na história do partido no estado. O nome do secretário é também cotado para composição de chapa com um dos candidatos da base governista; ou mesmo como suplente de senador do próprio Flávio Dino.

O PT entra na disputa pelas vagas da bancada maranhense, portanto, com amplas chances de ser um dos principais partidos a partir de 2022.

Eleições 2022: Nomes ao Governo começam a se definir

O governador Flávio Dino (PSDB) mantém a decisão de sair do comando do governo estadual para se candidatar ao senado. Para o nome ao Governo, são três, a princípio, cotados.

“Eu tô pensando no próximo ano em deixar o Governo em abril, por força da lei eleitoral, e tentar uma candidatura ao Senado. Esse é o plano, digamos, A, B e C. Sempre tem lugar para o D, E e F”, disse o governador do Maranhão, em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, no domingo (12).

Com o rompimento declarado de Josimar de Maranhãozinho (PL) na semana passada, são três os postulantes do grupo governista para a sucessão no Palácio dos Leões: Weverton Rocha (PDT), Brandão (PSDB) e Simplício Araújo (SDD).

Ultraconservadores representam 4% do eleitorado no Brasil, diz pesquisa

Levantamento do Instituto Locomotiva levou em conta a opinião de 2,6 mil pessoas, a respeito de temas como laicidade do Estado, porte de armas e protagonismo de mulheres, entre outros.

A pesquisa inédita do Instituto Locomotiva feita por telefone com 2.600 pessoas de 71 cidades do País. Os dados, obtidos com exclusividade pelo Estadão, apontam que 4% do eleitorado brasileiro – o que equivale a 6,5 milhões de pessoas – defendem ideias classificadas como ultraconservadoras.

Para chegar a essa conclusão, o levantamento selecionou um núcleo de entrevistados que respondeu afirmativamente a três questões: 1) o Estado brasileiro não deve ser laico, mas cristão; 2) mais pessoas devem ter acesso ao porte de armas; 3) as mulheres são melhores para fazer atividades domésticas.

Dentro do universo total de entrevistados, 24% concordaram com a primeira afirmação estimulada, 28% com a segunda, 17% com a terceira e 4% com as três. Esse último grupo, então, respondeu a outro questionário com temas como cotas raciais, casamento gay e urnas eletrônicas.

7 de Setembro

Nas manifestações do 7 de Setembro, o pastor da Assembleia de Deus Geraldo Malta, de 63 anos, vestiu a camiseta da Seleção Brasileira e se uniu a outras 125 mil pessoas (segundo a Polícia Militar) que foram defender o presidente Jair Bolsonaro na Avenida Paulista. A massa vestida de verde e amarelo ocupou 12 quarteirões, pelos quais se dividiram caminhões de som alugados por empresários do agronegócio, monarquistas, intervencionistas, armamentistas, “ativistas reformistas” evangélicos.

Bolsonaro fala em ‘trocar’ de lugar na presidência

Em mais um de seus conturbados discursos, o presidente Jair Bolsonaro, em fala no sábado (11), durante a 44ª Expointer, disse que “a presidência não é fácil. Troco com quem quiser agora”. No evento, Bolsonaro recebeu a Medalha do Mérito Farroupilha, máxima do Rio Grande do Sul.

O chefe do Executivo federal disse ainda que entende que ter sido eleito em 2018 foi uma missão que Deus deu para ele. “O país aos poucos está mudando. Nós acompanhamos a mudança das cores nesse país. Cada vez mais o verde amarelo toma conta da nossa pátria”, afirmou.

Bolsonaro citou o Marco Temporal, previsto no Projeto de Lei 490. O PL determina que são terras indígenas aquelas que estavam ocupadas pelos povos tradicionais em 5 de outubro de 1988. Ou seja, é necessária a comprovação da posse da terra no dia da promulgação da Constituição Federal.

Segundo o chefe do Executivo Federal, ele anda conversando com especialistas sobre o assunto, chamado por ele de “problema”. Ainda segundo Bolsonaro, a primeira regra do governo é “não atrapalhar” o agronegócio.