Jefferson Portela vai disputar Câmara dos Deputados

 

Jefferson Portela será candidato a deputado federal. E vai se unir ao senador Weverton Rocha, a quem, abertamente, já mostrou apoiar. Também se filiará ao partido de Weverton, o PDT. Com isso, Portela será menos um na lista de fortalecedores do nome de Carlos Brandão, principal candidato defendido pelo governador Flávio Dino.

Portela e Weverton estavam em viagem, no interior do Maranhão, em mais um encontro da coligação Maranhão Mais Feliz. Entre os auxiliares do governador Dino, Portela tem sido firme no seu apoio a Weverton, bem antes da pré-campanha. E Weverton, por sua vez, vem fortalecendo o nome de Portela.

No evento em Pinheiro, em reunião com prefeitos aliados, o senador reforçou o compromisso de ver o secretário eleito, pedindo empenho de sua base.

Deputados fechados com Brandão reforçam nome para 2022

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Rafael Leitoa, foi um dos participantes de uma série de vídeos, mostrando querer reforço do nome de Carlos Brandão para a dipsuta de 2022.  Na mensagem, o deputado diz que, “com a saída do governador Flávio Dino, em abril, temos certeza que o nosso Maranhão vai sair no rumo certo”.

Os aliados estão no caminho para firmar a candidatura de Brandão como pré-candidato ao Governo do Estado, sendo ele o principal nome do governador Flávio Dino para a sucessão em 2022.

As manifestações pró-Brandão no Governo partem de outros fortes nomes, a exemplo do deputado Duarte Jr, que mostrou força na última campanha a prefeito de São Luís; Adelmo Soares, que foi secretário do governo Dino e tem bom trânsito no interior do Estado; Arnaldo Melo, ex-presidente da Assembleia; e Thaíza Hortegal.

O foco é por Brandão em primeiro lugar e fortalecer o nome do vice-governador para as eleições de 2022.

Felipe Camarão e a força com o PT

O secretário de Educação do governo Flávio Dino, Felipe Camarão, mostra condições de ampliar as vagas do partido, hoje reduzidas ao deputado Zé Carlos. A presença de Felipe Camarão no PT não apenas reforça a campanha de Lula, como também amplia as chances de o partido ter uma bancada inédita na Câmara Federal

Tido como opção de candidato a governador na base do governo Flávio Dino (PSB) – e apontado também como possível vice ou suplente de senador – o secretário de Educação Felipe Camarão é uma espécie de trunfo do PT nas eleições de 2022.

Felipe Camarão está melhor posicionado nas pesquisas de intenção de votos para a corrida sucessória e pode garantir ao partido do ex-presidente Lula uma bancada inédita na representação maranhense na Câmara Federal.

Camarão, não apenas garantir o próprio Zé Carlos como também abrir possibilidade para um terceiro nome, pela primeira vez na história do partido no estado. O nome do secretário é também cotado para composição de chapa com um dos candidatos da base governista; ou mesmo como suplente de senador do próprio Flávio Dino.

O PT entra na disputa pelas vagas da bancada maranhense, portanto, com amplas chances de ser um dos principais partidos a partir de 2022.

Eleições 2022: Nomes ao Governo começam a se definir

O governador Flávio Dino (PSDB) mantém a decisão de sair do comando do governo estadual para se candidatar ao senado. Para o nome ao Governo, são três, a princípio, cotados.

“Eu tô pensando no próximo ano em deixar o Governo em abril, por força da lei eleitoral, e tentar uma candidatura ao Senado. Esse é o plano, digamos, A, B e C. Sempre tem lugar para o D, E e F”, disse o governador do Maranhão, em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, no domingo (12).

Com o rompimento declarado de Josimar de Maranhãozinho (PL) na semana passada, são três os postulantes do grupo governista para a sucessão no Palácio dos Leões: Weverton Rocha (PDT), Brandão (PSDB) e Simplício Araújo (SDD).

Ultraconservadores representam 4% do eleitorado no Brasil, diz pesquisa

Levantamento do Instituto Locomotiva levou em conta a opinião de 2,6 mil pessoas, a respeito de temas como laicidade do Estado, porte de armas e protagonismo de mulheres, entre outros.

A pesquisa inédita do Instituto Locomotiva feita por telefone com 2.600 pessoas de 71 cidades do País. Os dados, obtidos com exclusividade pelo Estadão, apontam que 4% do eleitorado brasileiro – o que equivale a 6,5 milhões de pessoas – defendem ideias classificadas como ultraconservadoras.

Para chegar a essa conclusão, o levantamento selecionou um núcleo de entrevistados que respondeu afirmativamente a três questões: 1) o Estado brasileiro não deve ser laico, mas cristão; 2) mais pessoas devem ter acesso ao porte de armas; 3) as mulheres são melhores para fazer atividades domésticas.

Dentro do universo total de entrevistados, 24% concordaram com a primeira afirmação estimulada, 28% com a segunda, 17% com a terceira e 4% com as três. Esse último grupo, então, respondeu a outro questionário com temas como cotas raciais, casamento gay e urnas eletrônicas.

7 de Setembro

Nas manifestações do 7 de Setembro, o pastor da Assembleia de Deus Geraldo Malta, de 63 anos, vestiu a camiseta da Seleção Brasileira e se uniu a outras 125 mil pessoas (segundo a Polícia Militar) que foram defender o presidente Jair Bolsonaro na Avenida Paulista. A massa vestida de verde e amarelo ocupou 12 quarteirões, pelos quais se dividiram caminhões de som alugados por empresários do agronegócio, monarquistas, intervencionistas, armamentistas, “ativistas reformistas” evangélicos.

Bolsonaro fala em ‘trocar’ de lugar na presidência

Em mais um de seus conturbados discursos, o presidente Jair Bolsonaro, em fala no sábado (11), durante a 44ª Expointer, disse que “a presidência não é fácil. Troco com quem quiser agora”. No evento, Bolsonaro recebeu a Medalha do Mérito Farroupilha, máxima do Rio Grande do Sul.

O chefe do Executivo federal disse ainda que entende que ter sido eleito em 2018 foi uma missão que Deus deu para ele. “O país aos poucos está mudando. Nós acompanhamos a mudança das cores nesse país. Cada vez mais o verde amarelo toma conta da nossa pátria”, afirmou.

Bolsonaro citou o Marco Temporal, previsto no Projeto de Lei 490. O PL determina que são terras indígenas aquelas que estavam ocupadas pelos povos tradicionais em 5 de outubro de 1988. Ou seja, é necessária a comprovação da posse da terra no dia da promulgação da Constituição Federal.

Segundo o chefe do Executivo Federal, ele anda conversando com especialistas sobre o assunto, chamado por ele de “problema”. Ainda segundo Bolsonaro, a primeira regra do governo é “não atrapalhar” o agronegócio.

Arrependimento: Bolsonaro volta atrás e diz que não teve intenção de agredir poderes

“Quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorrem do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum”, disse Jair Bolsonaro, em uma declaração à nação divulgada na tarde desta quinta-feira (9), pelo Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro recuou e afirmou que nunca teve “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes”.

A sinalização de trégua ocorre no momento de grave crise institucional, dois dias depois do chefe do Executivo federal criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e atacar o ministro Alexandre de Moraes, integrante da Corte, a quem chamou de “canalha”.

Em outro trecho da carta, elaborada em 10 tópicos, Bolsonaro reitera o seu respeito “pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição”.

Na publicação, Bolsonaro também reconhece que boa parte das “divergências” decorrem de “conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news. Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder não têm o direito de ‘esticar a corda’, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia”.

Na terça-feira (7), em pronunciamento a apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo, o presidente da República afirmou que não cumpriria mais as decisões do ministro Alexandre de Moraes.

Apoio

O pronunciamento oficial foi divulgado no mesmo dia em que o presidente da República enviou um avião da frota presidencial para buscar o ex-presidente Michel Temer em São Paulo. O emedebista chegou à capital federal por volta das 11h e se reuniu com Bolsonaro e o advogado-geral da União, Bruno Bianco, em um encontro que não foi divulgado pelas agendas oficias da Presidência e da Advocacia-Geral da União (AGU). Em fevereiro de 2017, Temer, então presidente, indicou Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal.

Bolsonaro na mira de ministros do TSE

O cerco judicial está se fechando a partir de um inquérito administrativo instaurado no TSE em resposta a uma transmissão ao vivo realizada pelo presidente, em julho, acusando o tribunal, sem provas, de fechar os olhos para evidências de manipulação em urnas eletrônicas.

Na visão desses magistrados, a depender do que acontecer e o tom adotado por Bolsonaro em seus discursos, os atos de 7 de Setembro poderão fornecer ainda mais provas contra o chefe do Executivo. O entendimento prévio é de que, uma vez configurado algum crime, o presidente poderá ter sua candidatura negada pela Justiça Eleitoral no ano que vem.

A estratégia da inelegibilidade é discutida nos bastidores para ser usada apenas em caso extremo, de risco efetivo de ruptura institucional, uma vez que, na avaliação de políticos, iniciar agora um processo de impeachment, a um ano e dois meses das eleições, seria tão traumático quanto inviável. Na ocasião em que foi aprovada a investigação no TSE, também foi determinado o envio de notícia-crime contra o presidente ao Supremo Tribunal Federal (STF), que foi aceita e incorporada ao inquérito das fake news.

Apesar de a discussão, a medida que pode dar base a uma eventual inelegibilidade de Bolsonaro é reconhecida pelos próprios ministros como pouco convencional. A Justiça Eleitoral nunca havia aberto ação parecida, por isso o discurso adotado é de que a alternativa só seria acionada em caso concreto de risco à ordem constitucional. Por outro lado, um ministro do TSE argumenta, em caráter reservado, que nunca houve um ataque tão frontal ao sistema eleitoral como agora e que, por isso, é preciso reagir.

Prefeitos reúnem em evento de Josimar Maranhãozinho

Prefeitos do Alto Turi, Vale do Pindaré e de diversas regiões do Maranhão participam de Encontro dos Prefeitos PL. O evento, realizado na sexta-feira (3), mobiliziou gestores municipais em apoio à pré-candidatura de Josimar Maranhãozinho ao Governo do Maranhão, nas eleições de 2022. Na ocasião, Josimar Maranhãozinho confirmou a sua pré-candidatura ao Governo.

Presentes ao encontro, os prefeitos Cristiane Varão (Bom Jardim), Peteca (São João do Caru), Roberto do Posto (Governador Newton Bello), Nelene Gomes (Amapá do Maranhão), Dilcilene Oliveira (Boa Vista do Gurupi), Vilson Ferraz (Santa Luzia do Párua), Facinho (Candido Mendes), Tio Gal (Maracacumé), Júnior Garimpeiro (Centro Novo), Dr. Pedro Paulo (Presidente Juscelino) e Gilberto Braga (Luís Domingues), entre outros, totalizando cerca de 50 prefeitos.

Josimar Maranhãozinho agradeceu a presença dos prefeitos e o apoio à sua pré-candidatura. “Fiquei satisfeito com as presenças nesse nosso primeiro encontro e agradeço a confiança de todos os prefeitos que estiveram conosco, fazendo parte desta luta, para que tenhamos um Maranhão melhor”, destacou. O PL fará outros dois encontros, sendo um reunindo vereadores e outro, com as lideranças políticas dos municípios.

Flávio Dino é novamente atacado por Jair Bolsonaro

Em sua live, já tradicional na quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro voltou a se referir ao governador Flávio Dino (PSB) de forma pejorativa. Bolsonaro fez menções relativas ao peso do governador do Maranhão.

Bolsonaro afirmou que “quanto mais pobre é o estado, mais gordo é o governador” e continuou afirmando que o Maranhão é o estado mais pobre do Brasil.

“O cara lá pesa umas oito ou nove arrobas”, afirmou Bolsonaro. A medida é utilizada para medir a massa do gado. O valor de uma arroba é 15 kg.

Em pelo menos outras três oportunidades, nos últimos meses, Bolsonaro tem direcionado esse tipo de comentário pejorativo ao governador Flávio Dino que não tem deixado de graça e termina trocando “farpas” com o presidente. Tais críticas aumentam, ainda mais, os ânimos entre os apoiadores de ambos os políticos.