Coligações podem ter mais de um candidato ao Senado, diz TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, que partidos de uma mesma coligação podem lançar mais de um candidato ao Senado. É o caso da chapa PT-PSB no Rio, que lançou como pré-candidatos a senador o deputado Alessandro Molon (PSB) e o presidente da Alerj, André Cecilliano (PT). Há casos parecidos também em Minas Gerais, Goiás, Pará, Roraima e Mato Grosso.

O órgão vetou “coligações cruzadas” e decidiu que partidos políticos que formaram coligações para o cargo de governador não podem se unir a legendas diferentes visando as eleições para o Senado. O placar foi 4 a 3, e mantém a regra que já estava em vigor.

A análise do TSE tem como pano de fundo a nova redação dada à Lei das Eleições em 2021. Diferentemente do texto da lei que estava em vigor anteriormente, a atual forma do dispositivo indica que “é facultado aos partidos políticos, dentro da mesma circunscrição, celebrar coligações para eleição majoritária”.

União Brasil terá maior bancada na Câmara Federal

O União Brasil, partido formado pelo DEM e PSL, terá a maior bancada da Câmara Federal. O DEM tem 26 deputados atualmente e o PSL, 55. A fusão foi aprovada, por unanimidade, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE),

As legendas já haviam confirmado fusão em outubro passado.no entanto, parte desses 81 parlamentares deve deixar o grupo e procurar nova filiação.

O PT é o segundo maior partido na Casa, com 53 deputados.

No Senado, se não houver baixas, o União Brasil terá sete senadores – cinco do DEM e dois do PSL. A legenda terá ainda, maior tempo de televisão no horário político das eleições deste ano.