Sem diálogo, deputados devem deixar o PSD na janela eleitoral


Não é novidade que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), não é de diálogo. As poucas vezes que abriu para conversar com políticos aliados ou não foi por puro interesse eleitoral e, mais recentemente, para tentar reverter uma lei que o obriga a aumentar o teto salarial do município e uma eventual cassação por crime de responsabilidade.

Mas, mesmo não sendo de diálogo, Braide consegue avançar em articulações como a dele para ficar com a presidência do PSD do Maranhão. Melhor para ele, claro, não péssima para os atuais filiados da legenda. Os membros do partido, que o prefeito já encontrou quando chegou, reclamam da nebulosidade ou quase escuridão do horizonte para as eleições de 2026.

Entre esses membros estão os deputados estaduais Mical Damasceno e Erick Costa e o deputado federal Josivaldo JP. Também não sabem sobre os rumos do PSD maranhense os suplentes de deputado César Pires e Edilázio Júnior.

Esses cinco fialiados do PSD deverão deixar a sigla assim que a janela partidária abrir em março próximo. Mical e Erick, aliados do governador Carlos Brandão, ainda aguardam definições do Palácio dos Leões sobre as composições eleitorais da base governista para a disputa.

Também aliado de Brandão, o deputado Josivaldo JP também deixará o PSD. Ele deve se filiar ao MDB para disputar a sua reeleição.

Os suplentes César Pires e Edilázio Júnior, ao que tudo indica, também estão com os rumos definidos. Pires é pré-candidato ao Senado pelo Novo e Edilázio vai para o partido indica pela presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale (PSB).

A única que não quer deixar o PSD é a senadora Eliziane Gama. Ela, que é vice-presidente nacional da legenda, tem todo o apoio do presidente nacional, Gilberto Kassab, para permanecer na sigla.

Ela quer ficar, mas os irmão Eduardo e Fernando Braide não querem. No entanto, sabendo do apoio de Kassab à senadora, eles tentam não deixar ela entrar no eventual chapa majoritária encabeçada pelo prefeito de São Luís. E para isso, tentam desgastar a imagem de Gama e provar para Kassab a inviabilidade da candidatura dela a reeleição.

Pelo que vem se desenhando, Fernando Braide, que é deputado estadual subjudice por fraude à cota de gênero, terá o PSD todo para si na disputa por uma vaga a Câmara dos Deputados. Não terá concorrência de fato que possa inviabilizar seu plano e de seu irmão de ir para Brasília.

Paulo Victor cancela sessão extraordinária que apreciaria Plano Plurianual e LOA 2026

A Presidência da Câmara Municipal de São Luís, no uso de suas atribuições legais e regimentais, COMUNICA o cancelamento da Sessão Plenária Extraordinária anteriormente convocada por esta Presidência para o dia 06 de janeiro de 2026 (terça-feira), às 8h, destinada à apreciação e votação do Projeto de Lei nº 356/2025, que institui o Plano Plurianual do Município de São Luís para o período de 2026 a 2029, e do Projeto de Lei nº 355/2025, que estima a receita e fixa a despesa do Município de São Luís para o Exercício Financeiro de 2026.

A medida encontra amparo na competência do Presidente para dirigir os trabalhos legislativos e convocar as sessões plenárias, inclusive extraordinárias, nos termos da Lei Orgânica do Município de São Luís e dos arts. 23, 135 e 136 do Regimento Interno desta Casa.

Justiça manda Prefeitura de São Luís regularizar atraso em repasses a abrigos de adolescentes

 A Justiça do Maranhão determinou que a Prefeitura de São Luís regularize imediatamente repasses financeiros atrasados às entidades que mantêm abrigos para crianças e adolescentes na capital. A decisão atende a pedido do Ministério Público do Maranhão, que aponta descumprimento de sentenças judiciais por parte da gestão municipal.

Proferida no dia 18 de dezembro de 2025, a sentença estipulou prazo de 15 dias para a Prefeitura cumprir a condenação. Cabe recurso.

Segundo o Ministério Público, o município acumula uma dívida superior a R$ 944 mil com o Instituto Movimentação para o Desenvolvimento Social (IMDS), responsável pela administração das unidades de acolhimento.

O atraso compromete o funcionamento de três serviços essenciais da rede de proteção social: o Abrigo Recanto do Viver, no Bequimão; a Casa de Passagem Acolhe São Luís, no Renascença e a República para Jovens, na Cohama. As instituições atendem adolescentes em situação de risco social.

A Prefeitura de São Luís informou que foi formalmente notificada da decisão judicial e reafirmou o compromisso de cumprir integralmente as determinações (veja mais abaixo).

Falta de recursos afeta serviços básicos

De acordo com o IMDS, a falta de repasses tem provocado uma série de problemas no dia a dia das unidades, entre eles:

  • atraso no pagamento de salários e encargos de cuidadores e equipes técnicas;
  • dificuldade para comprar alimentos, medicamentos e produtos de higiene;
  • risco de despejo por atraso no pagamento de aluguel dos imóveis;
  • suspensão de serviços de transporte e logística para os acolhidos.

O Ministério Público destaca que a situação fere o princípio da prioridade absoluta previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante atendimento preferencial a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

Justiça fixa prazo e multa

A decisão da 1ª Vara da Infância e Juventude de São Luís já havia determinado que o município mantivesse os repasses em dia, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. Diante do descumprimento, a Justiça voltou a intimar a Prefeitura para quitar os débitos no prazo de 15 dias.

Em dezembro de 2025, o Ministério Público chegou a pedir o bloqueio judicial de recursos e a notificação pessoal do prefeito Eduardo Braide, alertando que o encerramento do orçamento anual poderia empurrar a dívida para “restos a pagar”, agravando a crise financeira dos abrigos.

No processo, a Prefeitura alegou que os pagamentos dependem de trâmites administrativos. A Justiça, no entanto, rejeitou o argumento e afirmou que dificuldades burocráticas não podem justificar a omissão do poder público quando estão em jogo direitos fundamentais de crianças e adolescentes.

O que diz a Prefeitura de São Luís

Em nota enviada a Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social informou que foi formalmente notificada da decisão judicial e reafirmou o compromisso de cumprir integralmente as determinações. A pasta explicou que os valores devidos ao IMDS decorrem de termos de colaboração na assistência social e estavam condicionados à regularidade das prestações de contas.

Segundo a Semcas, parte dos pagamentos aguardava a conclusão de análises após apontamentos de órgão federal, sanados pela entidade em dezembro de 2025, e os processos já foram encaminhados à Secretaria da Fazenda para programação financeira. A secretaria destacou ainda que não houve interrupção dos serviços e que a proteção de crianças e adolescentes segue assegurada, conforme o ECA e o SUAS.

Confira a nota da Prefeitura de São Luís, na íntegra

A Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas) informa que foi formalmente notificada da decisão judicial, que trata da regularização dos repasses financeiros às entidades responsáveis pelo acolhimento institucional de crianças e adolescentes; e reafirma seu compromisso com o cumprimento integral das determinações judiciais, observados os trâmites legais, orçamentários e administrativos.

No que se refere aos repasses ao Instituto Movimentação para o Desenvolvimento Social (IMDS), esclarece que os valores decorrem de termos de colaboração na área da assistência social e estão condicionados, conforme a legislação vigente, à regularidade das prestações de contas e à inexistência de pendências técnicas ou administrativas. Parte dos pagamentos aguardava a conclusão da análise de prestações de contas, em razão de apontamentos identificados por órgão federal de controle, os quais foram devidamente saneados após a apresentação da documentação pela entidade em 22 de dezembro de 2025.

Concluída essa etapa, a Semcas adotou as providências administrativas necessárias, com o encaminhamento dos processos à Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz) para programação financeira e pagamento, que será efetivado com a reabertura da execução orçamentária, nos termos das normas de finanças públicas.

Por fim, a Semcas ressalta que não houve descontinuidade dos serviços de acolhimento institucional, permanecendo assegurada a proteção integral das crianças e adolescentes atendidos, em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente e as diretrizes do SUAS.


Pesquisa Prever de intenções de voto para o Governo do Maranhão divulgada nesta quarta-feira, 31, aponta o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, na liderança do cenário estimulado, com 35,6% das preferências. Em segundo lugar aparece Orleans Brandão, com 26,8%, seguido por Lahesio Bonfim, que soma 13,1%.

Na sequência, Felipe Camarão registra 9,2% das intenções de voto. Os votos brancos e nulos totalizam 7,5%, enquanto 7,8% dos entrevistados afirmaram não saber ou preferiram não responder (NS/NR).

Os números reforçam um cenário que já havia sido apontado pela EPO Estratégia, em pesquisa divulgada na terça-feira, 30.

De acordo com o levantamento, foram ouvidos 2.204 entrevistados, distribuídos em 82 municípios maranhenses, entre os dias 18 e 26 de dezembro de 2025. A pesquisa tem margem de erro de 2,1 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

O resultado indica um cenário de disputa concentrado entre os dois primeiros colocados, com os demais nomes buscando ampliar espaço junto ao eleitorado em um quadro ainda marcado por percentuais relevantes de indecisos e votos inválidos

Pesquisa aponta hegemonia em São José de Ribamar: Júlio Filho lidera corrida estadual

A análise da última pesquisa de intenção de voto desenha um mapa político claro no estratégico município de São José de Ribamar, terceiro maior colégio eleitoral do estado. O levantamento do Instituto Luneta, realizado entre 17 e 20 de novembro, confirma uma dupla hegemonia: enquanto o prefeito Eduardo Braide consolida sua força como principal nome ribamarense na disputa pelo Governo do Estado, o pré-candidato a deputado estadual Júlio Filho surge como o político mais forte localmente, liderando com folga as preferências para a Assembleia Legislativa.

O estudo, que ouviu 822 eleitores (margem de erro de 3,4 pontos percentuais e 95% de confiança), evidencia a sólida base que Braide construiu na cidade, projetando-o com força para a corrida estadual. Paralelamente, revela a ascensão de Júlio Filho, que agora se afirma como o principal cabo eleitoral e representante político local, capitalizando a máquina e a influência do grupo no município.
Nos números concretos para a disputa pela Assembleia Legislativa, Júlio Filho aparece em posição de destaque absoluto. No cenário estimulado – onde os nomes são apresentados aos entrevistados – ele lidera com 13,75% das intenções de voto. A vantagem é expressiva: o segundo colocado, Carlos Lula, registra 5,23%, seguido de perto por Iracema Vale, com 5,11%. Outros nomes de peso estadual, como Tiago Fernandes (3,53%), Othelino Neto (3,28%), Helena Duailibe (2,43%) e Mical Damasceno (2,31%), aparecem bem atrás na preferência do eleitor ribamarense.

A liderança se repete, de forma ainda mais emblemática, no cenário espontâneo, quando o eleitor menciona o nome sem estímulos. Nesta modalidade, que mede a força da lembrança e a penetração do candidato, Júlio Filho obtém 4,38% das menções. O segundo lugar fica com Iracema Vale, com apenas 0,49%, demonstrando um abismo na notoriedade local entre Júlio Filho e os demais concorrentes.

Os números atestam que o pré-candidato é “o mais lembrado entre os moradores e o que melhor concentra apoio político na cidade”, conforme análise do próprio levantamento. Com um eleitorado massivamente indeciso (92,34% no espontâneo e 51,34% no estimulado), a dianteira inicial de Júlio Filho é considerada um trunfo decisivo, posicionando-o como o principal nome do município na disputa por uma vaga no parlamento estadual em 2026.
A pesquisa também valida, de forma indireta mas poderosa, a hegemonia do grupo político liderado pelo prefeito Eduardo Braide em São José de Ribamar. A expressiva liderança de Júlio Filho, seu aliado e principal nome local para a assembleia, reflete a força da estrutura de governo municipal e a capacidade de mobilização do grupo.

A consolidação dessa base é fundamental para os planos de Braide, que “desponta para o governo”, segundo a análise dos dados. A capacidade de eleger seu principal cabo eleitoral com folga em seu reduto é um sinal claro de força organizacional e domínio do território, ativo indispensável em uma eleição majoritária estadual. Ribamar, por seu tamanho e localização na Região Metropolitana de São Luís, é um dos pilares eleitorais para qualquer candidato ao Palácio dos Leões.

Após desconto irregular de subsídio, Braide anuncia rompimento de contrato com a 1001


O prefeito Eduardo Braide anunciou, nesta sexta-feira (26), a decisão de romper o contrato com a empresa de transporte 1001, após a paralisação dos serviços na véspera do Natal. A greve deixou diversos bairros de São Luís sem ônibus. Trabalhadores rodoviários reclamam o pagamento de salários e do 13º.

Segundo o gestor, o rompimento ocorre em razão do descumprimento de cláusulas contratuais. Diante da situação, Braide determinou a abertura imediata de um processo de caducidade — que prevê a rescisão formal do contrato — além da adoção dos procedimentos necessários para a contratação de uma nova empresa que assuma a operação do transporte coletivo nas áreas antes atendidas pela 1001.

De outro lado, é a empresa quem alega descumprimento contratual por parte do Município. Segundo os empresários, a gestão Braide promoveu desconto irregular do subsídio devido à 1001, o que teria impactado na capacidade de pagamento de direitos trabalhistas.

A paralisação afetou diretamente a população de bairros como Cohatrac e Cidade Operária, comprometendo o deslocamento de milhares de usuários em um período de grande demanda. A Prefeitura afirma que trabalha para restabelecer o serviço o mais rápido possível e minimizar os impactos à população.

Braide é o prefeito de capital mais bem avaliado do Brasil

Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (19) pelo instituto AtlasIntel aponta o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), como o gestor de capital com maior índice de aprovação do país. De acordo com o levantamento, 82% da população da capital maranhense aprova a administração municipal.

O ranking nacional coloca Eduardo Braide na primeira posição, seguido por Dr. Furlan (MDB), prefeito de Macapá (AP), com 78% de aprovação, e por Léo Moraes (Podemos), prefeito de Porto Velho (RO), que aparece com 75%.

Na sequência do levantamento aparecem JHC (PL), prefeito de Maceió (AL), com 73%, e João Campos (PSB), prefeito de Recife (PE), que registra 64% de aprovação. O estudo lista os dez prefeitos de capitais mais bem avaliados do Brasil.

A pesquisa ouviu 82.781 pessoas em todas as capitais brasileiras, entre os dias 6 de outubro e 5 de dezembro, por meio de recrutamento digital aleatório, metodologia denominada Atlas RDR. A margem de erro varia de um a cinco pontos percentuais, para mais ou para menos, conforme o tamanho da população de cada cidade.

SET aciona Justiça para cobrar subsídio de novembro e alerta para risco de nova greve em São Luís


O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) ingressou na Justiça para cobrar da Prefeitura de São Luís o repasse do subsídio referente ao mês de novembro de 2025, que, segundo a entidade, está em atraso. A medida foi tomada diante do descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho aplicável ao sistema de transporte urbano da capital, sob responsabilidade do prefeito Eduardo Braide.

De acordo com o SET, a falta de pagamento do subsídio tem comprometido diretamente a remuneração de diversos trabalhadores do setor, afetando a operação do sistema e colocando em risco a garantia dos direitos trabalhistas. A entidade também afirma que o cenário já provocou uma nova ameaça de greve por parte dos rodoviários, o que pode gerar atrasos, prejuízos e transtornos para a população de São Luís.

O sindicato ressalta que permanece aberto ao diálogo e reitera seu compromisso com a legalidade e com a busca de soluções que assegurem a continuidade do serviço de transporte público. O SET afirma ainda que trabalha para manter a qualidade do atendimento prestado à população, mesmo diante das dificuldades financeiras decorrentes da falta de repasse por parte da administração municipal.

Paulo Victor arquiva pedido de impeachment contra Eduardo Braide

O pedido de impeachment contra o prefeito Eduardo Braide foi arquivado pelo presidente da Câmara Municipal de São Luís, Paulo Victor. O parlamentar optou por não dar andamento ao pedido em decisão foi tomada após conversas com aliados ao longo do fim de semana, em um contexto marcado pelo pagamento de emendas parlamentares pelo Executivo e pelo receio de enfrentar um desgaste político em confronto direto com o prefeito.

O pedido, protocolado por dois auditores fiscais aposentados, estava previsto para ser analisado nesta terça-feira (9). A denúncia apontava suposto crime de responsabilidade por parte de Braide, alegando descumprimento da Lei 7.729, que atualiza o teto remuneratório municipal e reajusta o subsídio do prefeito.

Com o recuo de Paulo Victor, o processo não avançará para as comissões internas, encerrando neste momento a tentativa de abertura do impeachment.

Câmara de São Luís emite Nota Oficial sobre processo de cassação de Braide


A Câmara de São Luís, nesta sexta-feira (05), emitiu Nota Oficial sobre o pedido de cassação do prefeito Eduardo Braide, protocolado no parlamento municipal. Veja abaixo.

“A Câmara Municipal de São Luís informa que recebeu, na última terça-feira (2), uma representação protocolada por um auditor fiscal aposentado, em nome de um grupo de aproximadamente 400 servidores municipais, que solicita a abertura de processo de cassação do prefeito Eduardo Braide por suposta infração político-administrativa e crime de responsabilidade.

O documento aponta alegado descumprimento de leis municipais em vigor, com destaque para a Lei n° 7.729/2025, que regula o reajuste salarial do chefe do Executivo e estabelece o teto remuneratório no âmbito municipal.

A representação acusa o prefeito de não observar a legislação, ao mesmo tempo em que haveria realizado cortes considerados ilegais nos vencimentos de servidores, aposentados e pensionistas desde novembro de 2024.

A denúncia sustenta ainda possível seletividade no cumprimento das normas e prejuízos financeiros à administração pública, além de apontar suposto desvio de finalidade no uso de recursos, matéria que já tramita no Tribunal Contas do Estado.

A representação foi encaminhada com subte a responsabilidade eis Prefeitos, vende a Câmara tramitar o feito observando os prazo legais, os princípios do contraditório e da ampla defesa, e a total transparência do processo.

A Câmara Municipal reafirma seu compromisso com a legalidade, a responsabilidade institucional e o respeito à população de São Luís, conduzindo todos os atos com equilíbrio, autonomia e rigor jurídico.”