São Luís entre as capitais onde valor dos imóveis mais aumentaram


De acordo com os dados da FipeZAP, divulgados nesta terça-feira (06), comprar um imóvel ficou em média mais caro 6,52%. A alta é uma das maiores dos últimos dez anos, ficando atrás apenas de 2024, quando o aumento foi de 7,73%.

A capital maranhense está entre as capitais que tiveram reajuste ainda maiores que a média nacional. São Luís teve um aumento de 13,91%, ficando atrás apenas de Salvador (16,25%), João Pessoa (15,15%) e Vitória (15,13%).

As menores altas entre as capitais foram registradas em Brasília (4,05%), Goiânia (2,55%) e Aracaju (2,23%), todas ficando abaixo da média nacional.

Já entre todas as cidades brasileiras, não apenas as capitais, novamente Balneário Camboriú (SC) é o município mais caro do Brasil para a compra de um imóvel residencial. Segundo o levantamento, o metro quadrado em Balneário Camboriú teve preço médio de venda de R$ 14.906 em dezembro de 2025.

Econométrica também aponta liderança de Orleans para 2026

Depois do INOP, foi a vez da Econométrica divulgar, nesta terça-feira (18), mais um levantamento sobre a disputa pelo Palácio dos Leões e também apontar liderança do secretário de Assuntos Municipalistas do Maranhão, Orleans Brandão (MDB).

De acordo com o levantamento, Orleans teria 33%, seguido de perto pelo prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), com 29,2%. Na sequencia aparecem o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim (Novo), com 18,2% e o vice-governador Felipe Camarão (PT), com 7,3%. Já 4,4% disseram votar nulo e 7,7% não sabem e/ou não responderam.

Num cenário sem o prefeito Eduardo Braide, que ainda não confirmou que disputará as eleições de 2026, os números são esses: Orleans tem 38,3%, Lahésio, 25,3%, e Camarão, 14%. Além disso, seriam 9,5% de nulos e 12,8% não sabem e/ou não responderam.

Já no cenário de rejeição (aquele que o eleitor não votaria de jeito algum), Lahésio Bonfim tem o maior percentual (23,6%). Depois vem Felipe Camarão com 22,6% de rejeição, Orleans com 18,2% e Eduardo Braide com menor rejeição ( 9,4%).

O instituto, contrato pelo Portal Imirante, ouviu 1.283 eleitores nos dias 13 a 16 de novembro. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

Brandão e Weverton lideram para o Senado na Real Time Big Data


O Instituto Real Time Big Data também divulgou números para o Senado, visando a disputa eleitoral de 2026 no Maranhão.

Num primeiro cenário, incluindo o governador Carlos Brandão, é justamente ele quem aparece em primeiro com 28%, seguido do senador Weverton Rocha (PDT) com 24%. O levantamento incluiu o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (NOVO) que surgiu em terceiro com 16%, mas excluiu o deputado federal e ministro do Esporte, André Fufuca (PP).

Num outro cenário, sem Brandão e com Fufuca, Weverton seria o primeiro com 31%, seguido de Fufuca com 12% e pela senadora Eliziane Gama (PSD), com 10%.

Foram entrevistadas 1.200 pessoas, entre os dias 29 e 30 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%

Maranhão registra menor taxa de desemprego desde 2012

Divulgada pelo IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Trimestral mostra que o Maranhão registrou uma queda significativa da taxa de desocupação ao passar do 1º para o 2º trimestre de 2025. A taxa recuou de 8,1% para 6,6%, ficando abaixo tanto do trimestre anterior quanto do 2º trimestre de 2024, quando a desocupação no estado era de 7,3%.

Segundo os dados apontados, o 2º trimestre de 2025 marcou a menor taxa de desocupação para um 2º trimestre desde 2012. Além disso, o estado registrou o segundo maior volume de pessoas ocupadas em toda a série — outro indicativo de melhora no mercado de trabalho maranhense durante o período.

No panorama nacional, a PNAD mostra que a taxa média de desocupação também atingiu o menor nível desde 2012: 5,8%. A queda na taxa ocorreu em 18 das 27 unidades da federação, enquanto nas outras nove o número ficou estável na comparação entre o primeiro e o segundo trimestres.

As maiores taxas de desocupação no país foram registradas em Pernambuco (10,4%), Bahia (9,1%) e Distrito Federal (8,7%). Por outro lado, os menores percentuais apareceram em Santa Catarina (2,2%), Rondônia (2,3%) e Mato Grosso (2,8%).

Doze estados atingiram no 2º trimestre o menor nível de desemprego já registrado pela série histórica. As mínimas históricas por unidade da federação, conforme o levantamento, foram registradas em: Amapá (6,9%), Rio Grande do Norte (7,5%), Paraíba (7%), Alagoas (7,5%), Sergipe (8,1%), Bahia (9,1%), Minas Gerais (4%), Espírito Santo (3,1%), São Paulo (5,1%), Santa Catarina (2,2%), Rio Grande do Sul (4,3%) e Mato Grosso do Sul (2,9%).

Os dados divulgados hoje pelo IBGE apontam uma conjuntura de melhora no mercado de trabalho em várias regiões do país, com destaque positivo para o desempenho do Maranhão no segundo trimestre de 2025

 

Governo Brandão segue bem avaliado em várias regiões do Maranhão

O Instituto Opinião divulgou levantamento feito no início deste mês, mais precisamente entre os dias 03 e 07, sobre a avaliação do Governo Brandão em diversas regiões do Maranhão. O levantamento ouviu 2.028 pessoas.

Na Região de Presidente Dutra, de acordo com a pesquisa, é onde Brandão tem a sua gestão mais aprovada, sendo mais de 70% dos entrevistados. Já na Região Sul (Imperatriz e Balsas), a aprovação é de 67,2%, enquanto que na Ilha de São Luís é de 64,4%.

A menor aprovação, entre as seis regiões pesquisadas, é entre Santa Inês e Bacabal. Mesmo assim, o Governo Brandão apareceu na pesquisa com 50%, contra 36,6% de desaprovação.

No levantamento geral, envolvendo todas as regiões, a aprovação é de 60,1%, enquanto 29,6% não aprovam a gestão. Já 10,4% não sabem ou não responderam.

A pesquisa do Instituto Opinião, que é do Paraná, foi feita após o período mais rigoroso das chuvas no Maranhão, justamente para saber como teria impactado na avaliação sobre a gestão do governador Carlos Brandão.

Procon-MA encontra até 229,33% de diferença de preços em produtos da Páscoa


Feriados e datas comemorativas são sempre uma oportunidade para impulsionar o comércio e atrair consumidores, mas é importante ter cautela na hora de ir às compras a fim de evitar gastos acima dos padrões. A fim de orientar os consumidores durante as compras para a Páscoa, o Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (Procon/MA), realizou uma pesquisa de preço, entre os dias 01 e 10 de Abril, em seis estabelecimentos da Capital.

Foram pesquisados 160 itens entre pescados, chocolates e mercearia em geral. A diferença de preços chegou a 229,33% entre um estabelecimento e outro para o mesmo produto. O produto em questão se trata de uma cartela de ovos com duas dúzias da marca Avine Branco.

Nos supermercados do Grupo Mateus (Shoppings da Ilha, Rio Anil e Pátio Norte) custa R$ 9,99, enquanto no supermercado Assaí Atacadista (Av. Guajajaras) custa R$ 32,90.

De acordo com a presidente do Procon/MA, Karen Barros, a pesquisa tem papel essencial na proteção do consumidor e no combate a práticas abusivas. “Sabemos que, nesse período, há um aumento significativo na procura por pescados e chocolates. Essa pesquisa tem o objetivo de oferecer ao consumidor uma ferramenta essencial para a garantia de seus direitos: a possibilidade de comparar preços entre os estabelecimentos, buscar as melhores ofertas e, ao mesmo tempo, permitir que acompanhemos o mercado de perto, prevenindo práticas abusivas, como o aumento injustificado dos preços”, explicou.

Chocolate

Para quem não abre mão do bom e velho chocolate, após análise de preços, foi encontrada uma variação de até 101,01%. Os CHOCOLATES BB LACTA SONHO DE VALSA e OURO BRANCO estão custando R$ 0,99 nos supermercados do Grupo Mateus (Shoppings da Ilha, Rio Anil e Pátio Norte) e R$ 1,99 no Cantinho Doce (Av. Daniel de La Touche).

Pescados

O quilo do peixe Palombeta pode ser encontrado com 100,11% de diferença, custando R$ 8,99 na rede Mateus (Shoppings da Ilha, Rio Anil e Pátio Norte) e no R$ 17,99 no Atacadão.

A pesquisa completa você encontra AQUI.

Mais de 60% aprovam governo Carlos Brandão, diz pesquisa Quaest

O Instituto Quaest divulgou nesta terça-feira, 8, uma nova pesquisa sobre a avaliação do governo de Carlos Brandão (PSB) no Maranhão. O levantamento foi encomendado pela TV Mirante.

Os dados revelam que mais de 60% dos maranhenses aprovam a gestão estadual.

A pesquisa ouviu 1.404 pessoas em todas as regiões do estado, entre os dias 29 de março e 3 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

Segundo a consulta, 62% dos entrevistados disseram aprovar o governo de Carlos Brandão, enquanto 31% afirmaram desaprovar a atual gestão.

Na avaliação geral do governo estadual, 36% consideram a administração positiva, 39% a classificam como regular e 17% a avaliam de forma negativa.

O instituto também perguntou sobre a percepção quanto à direção do estado. Para 54% dos entrevistados, o Maranhão está no caminho certo. Por outro lado, 38% acreditam que o estado segue em direção equivocada.

Quando questionados se o Maranhão está melhorando, piorando ou permanecendo estagnado sob a atual gestão, 42% disseram que o estado está melhorando. Já 40% afirmaram que tudo permanece como está, e 15% avaliam que a situação está piorando.

A pesquisa também investigou a opinião dos maranhenses sobre áreas específicas do governo. A Educação foi o setor com a melhor avaliação: 57% disseram aprovar as ações desenvolvidas. Em seguida, vêm a Assistência Social, com 50% de avaliação positiva, e a Comunicação, com 46%. Já as áreas da Saúde e da atração de novas empresas tiveram 41% e 44% de aprovação, respectivamente.

IBGE: trabalhador do MA tem menor salário médio do Brasil


Oito estados e o Distrito Federal terminaram o ano de 2024 com o rendimento médio dos trabalhadores acima da média do país, que alcançou R$ 3.225, o maior já registrado na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Distrito Federal (DF) tem o maior rendimento médio do país, atingindo R$ 5.043. Esse valor é 56% acima da média do Brasil e 146% maior que o indicador do Maranhão, o menor do país (R$ 2.049).

O destaque do Distrito Federal se explica pelo grande contingente de funcionários públicos na capital federal, que conseguem uma remuneração acima da média da iniciativa privada.

As outras localidades com rendimento médio do trabalhador maior que a média nacional são São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo.

Confira o ranking completo do rendimento médio anual dos trabalhadores nas unidades da federação:

Distrito Federal, R$ 5.043

São Paulo, R$ 3.907

Paraná, R$ 3.758

Rio de Janeiro, R$ 3.733

Santa Catarina, R$ 3.698

Rio Grande do Sul, R$ 3.633

Mato Grosso, R$ 3.510

Mato Grosso do Sul, R$ 3.390

Espírito Santo, R$ 3.231

Brasil, R$ 3.225

Goiás, R$ 3.196

Rondônia, R$ 3.011

Minas Gerais, R$ 2.910

Amapá, R$ 2.851

Roraima, R$ 2.823

Tocantins, R$ 2.786

Rio Grande do Norte, R$ 2.668

Acre, R$ 2.563

Pernambuco, R$ 2.422

Alagoas, R$ 2.406

Sergipe, R$ 2.401

Amazonas, R$ 2.293

Paraíba, R$ 2.287

Pará, R$ 2.268

Piauí, R$ 2.203

Bahia, R$ 2.165

Ceará, R$ 2.071

Maranhão, R$ 2.049

 

Três cidades do MA têm mais inscritos no Bolsa Família do que casas


Pelo menos em 10 cidades brasileiras, entre elas três do Maranhão, existem mais pessoas inscritas no Bolsa Família do que domicílios. No entanto, vale ressaltar que, baseada nas regras do próprio programa, é vetado que uma mesma família receba duas vezes o Bolsa Família.

Baseado no levantamento feito pelo Poder 360, existe uma alta possibilidade de haver fraudes nessas cidades com mais beneficiários do que casas.

A situação mais emblemática é em Serrano do Maranhão (MA), no interior do Maranhão. Há 3.953 casas, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e 5.041 famílias no Bolsa Família (127,5% do total de domicílios), de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social.

Aprovação de Lula cai de 52% para 47%, aponta pesquisa Genial/Quaest

A desaprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu dois pontos porcentuais, de 47% em dezembro de 2024 para 49% em janeiro de 2025, diz pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira, 27. A aprovação oscilou cinco pontos para baixo, de 52% para 47%, no mesmo intervalo. Não sabem ou não responderam 4% dos entrevistados, ante 2% no levantamento anterior.

O trabalho do presidente continua com a maior aprovação no Nordeste, ainda que tenha havido uma queda de 67% para 59%. O índice de nordestinos que desaprovam o trabalho de Lula subiu de 32% para 37%, enquanto os que não sabem ou não responderam subiu de 1% para 4%.

No Sudeste, os que aprovam o trabalho presidencial caíram 2 pontos, de 44% para 42%, enquanto os que desaprovam se mantiveram em 53%. Não sabem ou não responderam subiram de 3% para 5%.

No Sul, os que aprovam o trabalho de Lula caíram sete pontos porcentuais, de 46% para 39%, enquanto os que desaprovam subiram de 52% para 59%. Não sabem ou não responderam se mantiveram em 2%.

Nas Regiões Centro-Oeste e Norte, pesquisadas de forma conjunta, os que aprovam o trabalho do presidente se mantiveram em 48% e os que desaprovam oscilaram 1 ponto, de 50% para 49%. Não sabem ou não responderam 2%, ante 3% da Genial/Quaest de dezembro.

Recortes

Quando o critério é a renda familiar, Lula tem seu trabalho aprovado por 56% dos que ganham até dois salários mínimos, ante 63% em dezembro. Nesta faixa, 39% o desaprovam ante 34% no levantamento anterior. Entre os que recebem de dois a cinco salários mínimos, a aprovação do trabalho do presidente caiu de 48% para 43% e a desaprovação subiu de 50% para 54%. Entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, os que desaprovam (se manteve em 59%) superam os que aprovam (se manteve em 39%).

As mulheres aprovam mais o trabalho do presidente – 49% ante 54% em dezembro – do que os homens – 45% ante 49%.

No recorte por faixa etária, o trabalho de Lula é mais aprovado por quem tem 60 anos ou mais – caiu de 57% para 52%. Nesta faixa, a desaprovação se manteve em 40%. Entre os entrevistados de 16 a 34 anos, a aprovação caiu de 48% para 45% e a desaprovação subiu 50% para 52%. Na faixa dos 35 a 59 anos, os que aprovam caíram de 52% para 46% e os que desaprovam subiram de 46% para 52%.

Já 58% dos evangélicos desaprovam o trabalho de Lula, ante 56% em dezembro, e 37% aprovam, ante 42%. Entre os católicos, 52% aprovam, ante 56% da última sondagem, e 45% desaprovam, ante 42% do levantamento de dezembro.

A Genial/Quaest entrevistou 4.500 brasileiros de 16 anos ou mais entre 23 e 26 de janeiro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual e o nível de confiabilidade, de 95%.

Estadão Conteúdo